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TJMG participa de audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos da ALMG

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O superintendente de Regularização Fundiária e Acompanhamento dos Processos de Desocupação de Áreas Invadidas do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Marcelo Guimarães Rodrigues, representou o presidente da Corte mineira, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, em audiência pública realizada nesta terça-feira (11/7) pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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Audiência pública reuniu autoridades e lideranças de movimentos de ocupações de diferentes regiões do Estado (Crédito: Cecília Pederzoli/TJMG)

A audiência, que reuniu autoridades e lideranças de movimentos de ocupações de diferentes regiões do Estado, teve como finalidade debater o risco de despejo forçado de comunidades populares de Minas Gerais, assim como as ações da campanha “Despejo Zero” no âmbito das regras de transição estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 828. A audiência foi solicitada pela vice-presidente da comissão da ALMG, deputada estadual Bella Gonçalves.

No TJMG, as ações referentes ao tema são abordadas pela Comissão de Solução de Conflitos Fundiários, instituída por meio da Portaria Conjunta da Presidência nº 1.428, de 16 de dezembro de 2022, e voltada para a solução de conflitos fundiários de natureza coletiva, rurais e urbanos. Até essa segunda-feira (10/7), 40 processos judiciais foram submetidos ao grupo e encontram-se em análise no âmbito da comissão.

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O superintendente de Regularização Fundiária e Acompanhamento dos Processos de Desocupação de Áreas Invadidas, desembargador Marcelo Guimarães Rodrigues, membro da comissão do TJMG, avaliou a relevância de abordar um tema sensível e importante do ponto de vista social, considerando o direito constitucional da moradia.

“A partir do julgamento pelo STF da ADPF nº 828, da relatoria do ministro Luís Roberto Barroso, realmente temos uma nova era em relação à atuação dos poderes públicos brasileiros, de um modo geral, em relação à administração dessas questões, que são as questões afetas às desocupações coletivas de áreas ocupadas em funções de decisões, liminares ou não, já definitivas, também de ações de reintegração de posse e de despejo”, disse.

O desembargador ainda ponderou ser necessário “um planejamento que envolva todos os entes públicos, especialmente no município onde a desocupação haverá de ser cumprida e efetivada, para que essas pessoas que ainda não têm a possibilidade de usufruir concretamente desse direito constitucional à moradia possam ter a situação reconhecida, respeitada, e que haja efetivamente a construção coletiva de um plano conjunto para realocar essas famílias”.

A deputada estadual Bella Gonçalves, vice-presidente da comissão e autora do requerimento que deu origem à audiência pública, avaliou ser necessária a construção de políticas de moradia e considerou a importância da audiência para o debate de temas que incluam a população afetada.

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“Nossa audiência é para debater esses temas, reunir comunidades que já são muito consolidadas, mas que no processo de urbanização avaliam a necessidade de lutar por um tratamento digno. Também há comunidades que estão sofrendo ameaça iminente de despejo, além de territórios mais antigos que também estão ameaçados, mas dessa vez pela violência”, concluiu.

Presenças

Também estiveram presentes a presidente da comissão, deputada estadual Andréia de Jesus, que esteve na abertura da audiência; a assessora da Secretaria Executiva da Secretaria de Estado de Casa Civil, Bianca Pataro Dutra, representando o secretário-chefe de Estado da Casa Civil, Marcelo Aro; a diretora de Políticas de Promoção e Educação em Direitos Humanos do governo do Estado, Ariane Gontijo Lopes, representando a secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Elizabeth Jucá e Mello Jacometti; a defensora pública da Defensoria Especializada em Direitos Humanos, Coletivos e Socioambientais, Cleide Aparecida Nepomuceno; além de demais autoridades, lideranças e participações remotas.

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Fonte: Tribunal de Justiça de MG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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