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Ministério da Agricultura renova autorização que facilita venda de leite para pequenos laticínios

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Brasília (14/04/2021) – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) renovou uma autorização que beneficia pequenas indústrias de leite com dificuldades de vender sua produção por causa da pandemia do coronavírus.

A decisão, publicada em um ofício circular na segunda (12), permite novamente que laticínios com o Selo de Inspeção Federal (SIF) possam comprar leite a granel cru (spot) de pequenas indústrias com selos de inspeção estaduais ou municipais (serviço de inspeção diverso).

A solicitação foi encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras entidades do setor que integram a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados.

Segundo o assessor técnico da CNA, Guilherme Souza Dias, a medida inicial tinha validade até o final de 2020. Com o encerramento do prazo, foi necessário acionar o Mapa para a renovação da autorização, agora prorrogada até 31/12/2021.

“A medida teve grande impacto, especialmente para os pequenos laticínios, durante os primeiros períodos de pandemia, pois garantiu o escoamento e, consequentemente, o abastecimento da população. Em 2021, os benefícios não serão diferentes”, disse ele.

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Conforme o ofício, os estabelecimentos sob a responsabilidade do SIF devem manter registros auditáveis do recebimento para garantir a rastreabilidade da matéria-prima, bem como permitir que sejam constatadas conformidades com os padrões legais vigentes.

Veja o documento aqui.

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Fonte: CNA Brasil
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Internacional

2025: O Ano dos Investimentos nos Estados Unidos

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Com 2024 chegando ao fim, as incertezas fiscais no Brasil e o cenário geopolítico internacional permanecem, mas uma tendência já é apontada por especialistas: 2025 será o ano dos Estados Unidos. A principal justificativa é que, enquanto outras economias, como Japão e China, enfrentam dificuldades, os EUA se destacam como o “melhor aluno da classe”, com um crescimento robusto nas grandes empresas.

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O recente processo de corte de juros nos Estados Unidos, somado à política de desregulamentação proposta por Donald Trump, deve impulsionar ainda mais a maior economia do mundo. O UBS (Banco global de investimentos e serviços financeiros com sede na Suíça) projeta um crescimento de 10% nos lucros das 500 maiores empresas listadas na NYSE em 2025, além de uma valorização de 10% do índice S&P 500, que pode alcançar os 6.600 pontos. Entre os setores mais promissores estão tecnologia e bancos, que se beneficiam tanto de um caixa forte quanto da política econômica do novo governo. Essas previsões foram destacadas ao jornal Valor Econômico.

O setor de tecnologia, impulsionado pela inteligência artificial, continua atraindo grandes investidores. Estima-se que as receitas das empresas envolvidas na cadeia de valor da IA, como as de nuvem e semicondutores, possam mais que dobrar até 2027, atingindo US$ 516 bilhões. Mesmo com o desempenho já expressivo do S&P 500, que avançou 60% no último biênio, ainda há espaço para novas altas, especialmente com empresas focadas em IA. A análise foi realizada por Ronaldo Patah, estrategista de investimentos para o Brasil do UBS Global Wealth Management, em entrevista ao Estadão.

A novidade para 2025, no entanto, é que o crescimento também começa a se espalhar para outros setores além de tecnologia. O setor financeiro e empresas de pequeno porte (small caps) têm ganhado força, o que reflete uma recuperação mais ampla da economia real.

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Apesar das perspectivas positivas, o grande risco para o cenário favorável nos EUA é a inflação persistente. O Federal Reserve (Fed) revisou para cima suas projeções de inflação para 2025 e o corte de juros será mais modesto do que o esperado anteriormente. Especialistas como Júlio Ferreira, diretor de alocação do Julius Baer Brasil, concedeu entrevista ao Valor Econômico e alerta para o risco de inflação mais alta e sugerem cautela ao aumentar a alocação de ativos externos no curto prazo.

Com juros elevados, a renda fixa dos EUA ainda se mostra uma opção atrativa para quem busca segurança. Mesmo com a expectativa de queda nas taxas, os títulos soberanos do país continuam oferecendo retornos acima da média histórica, tornando-os uma opção interessante para investidores mais conservadores.

Em suma, 2025 será um ano de grandes oportunidades nos Estados Unidos, mas também de desafios para quem busca navegar entre os riscos da inflação e o cenário global imprevisível.

 

@alexcavalcanteg https://www.instagram.com/alexcavalcanteg/ é Jornalista, Técnico em Agropecuária, Secretário Parlamentar no Congresso Nacional

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