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Cerco Implacável Contra a Criminalidade em Alfenas

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Na manhã desta quinta-feira, 12 de dezembro, a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou a Operação ASTREIA em Alfenas, no sul do Estado, como resposta a um brutal caso de violência ocorrido em maio deste ano. O incidente, que envolveu espancamento e incêndio criminoso, gerou grande comoção na comunidade local devido à gravidade dos atos e à injustiça contra a vítima.

Em maio de 2024, um idoso foi alvo de uma agressão brutal por parte de criminosos que alegavam estar buscando “justiça” pelo atropelamento de duas crianças. No entanto, investigações subsequentes revelaram que o idoso não tinha qualquer ligação com o atropelamento, e a violência cometida foi totalmente equivocada. O episódio, de extrema brutalidade, foi um claro exemplo de “injustiça com as próprias mãos”, algo que repercutiu amplamente na região.

Após meses de trabalho minucioso, a Polícia Civil conseguiu identificar os responsáveis pelo crime. Seis suspeitos tiveram mandados de prisão preventiva emitidos, e a operação de hoje contou com a execução desses mandados, bem como de mandados de busca e apreensão. Além disso, depoimentos de testemunhas foram coletados, a fim de fortalecer o inquérito. Os presos foram encaminhados ao presídio de Alfenas, onde aguardarão o julgamento dos seus atos perante o Judiciário.

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A operação envolveu uma equipe de profissionais altamente qualificados da Delegacia Regional de Alfenas, sob a liderança do Delegado Regional Dr. Márcio Cavalcante Bijalon, e com a colaboração de outros delegados, investigadores e escrivães, como os Delegados Roberto Bicalho Tecchio, Marianna Carvalho Romero, e Antônio Advíncula.

A Operação ASTREIA simboliza um importante avanço na busca por justiça e segurança em Alfenas, mostrando que as autoridades não toleram a violência e que a confiança nas instituições policiais e judiciais deve ser sempre priorizada. Com o trabalho diligente da Polícia Civil, a paz e a justiça começam a ser restabelecidas na comunidade.

Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais
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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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