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Funcionária é presa por desviar recursos de empresa em Belo Horizonte

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Divulgação/PCMG

As investigações sobre o desvio de recursos de uma escola de robótica e programação, sediada em Belo Horizonte, resultaram na prisão em flagrante de uma mulher, de 53 anos, funcionária da empresa. A ação foi desencadeada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nessa quinta-feira (21/3), no bairro Glória.

As apurações, coordenadas pela equipe da 3ª Delegacia Especializada em Investigação de Fraudes (DEIF), unidade vinculada ao Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof), iniciaram após o proprietário da escola contatar a polícia para denunciar inconsistências nos recebíveis da empresa, de modo que pagamentos de matrículas e mensalidades de alunos não estavam sendo creditados na conta do estabelecimento.

Por meio de levantamentos, policiais civis apuraram que uma funcionária da empresa, responsável pelo setor de vendas, estaria desviando os recursos, fornecendo dados de contas bancárias administradas por ela para que clientes e alunos realizassem os pagamentos de matrículas e mensalidades, sem o conhecimento da empresa.

Até o momento, já foram identificadas mais de 20 pessoas que realizaram transferências para a investigada, acreditando estarem pagando regularmente a escola.

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Prisão

Ontem, a equipe da 3ª DEIF tomou conhecimento que, naquele dia, uma cliente havia efetuado o pagamento de uma matrícula para a escola, porém o valor foi direcionado a uma conta vinculada à suspeita, motivo pelo qual ela foi presa.

Levantamentos apontam que a mulher possui extenso prontuário criminal, com prisões e condenações por múltiplas práticas de estelionato. Inclusive, na data da prisão em flagrante, a suspeita estava cumprindo pena no regime aberto.

As investigações prosseguem para a completa apuração dos desvios de recursos da empresa, assim como para a identificação de outras vítimas. A PCMG investiga ainda o envolvimento da suspeita em outras modalidades de golpes, inclusive por meio digital.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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