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Homem é preso pela PCMG por agredir violentamente a ex-companheira

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Divulgação/PCMG

Acionada para apurar as agressões praticadas por um homem, de 36 anos, no bairro Madre Gertrudes, região Oeste de Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) atuou de forma rápida e conseguiu cumprir o mandado de prisão preventiva do suspeito, nessa terça-feira (16/4). O homem é investigado por agredir a ex-companheira, de 42 anos, com uma barra de ferro, no último sábado (13/4).

A ação foi da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que agiu imediatamente – realizou levantamentos, ouviu a vítima e testemunhas -, e representou pela prisão do agressor.

A chefe do Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam), delegada-geral Carolina Bechelany, destacou a atuação da equipe. “Trata-se de um caso em que a Polícia Civil mais uma vez dá uma resposta imediata. É mais uma situação grave de violência doméstica apresentada pela PCMG no sentido de fortalecer as mulheres vítimas para que elas procurem as unidades policiais”, destacou.

Investigações

A delegada Ana Luiza Abreu, responsável pelo inquérito policial instaurado para apurar as agressões sofridas pela vítima, disse que a mulher estava na porta do trabalho quando o ex-companheiro a viu, pegou uma barra de ferro que estava no interior do carro e a agrediu.

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Na data dos fatos, a vítima foi encaminhada para atendimento médico. “Ela foi para o hospital muito machucada e ainda não temos noção da extensão das lesões sofridas pela vítima. Já solicitamos a ficha de atendimento médico para encaminhar para a perícia”, garantiu Ana Luiza.

De acordo com as oitivas realizadas pela Deam, a família da vítima teria sido ameaçada pelo investigado mesmo após as agressões. “Já o agressor, em suas declarações ao ser preso ontem, narra que era ameaçado pela vítima e pelo atual namorado dela, e que passou a andar com essa barra de ferro no carro por temer represálias por parte do homem. Afirmou ainda que se arrependeu e teve um apagão, não se lembra do que fez nem do que falou para a vítima”, frisou a delegada ao pontuar que o objeto utilizado na prática criminosa foi entregue na delegacia por uma testemunha e encaminhado para análise pericial.

Medida protetiva

A chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), delegada Danúbia Quadros, apontou sobre a necessidade do pedido de medida protetiva.

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“É necessário que a mulher que se encontra em situação de violência doméstica procure a delegacia e peça imediatamente as medidas protetivas de urgência”, alertou Danúbia. “A medida protetiva é a resposta imediata que temos para oferecer a essa mulher vítima”, acrescentou a chefe do Defam.

Para saber mais sobre o tema e canais de denúncia, consulte o material disponibilizado pela PCMG: clique AQUI .

Prisão

Após extensa tratativa pela equipe da investigação, o suspeito se apresentou com o advogado na Deam, onde foi cumprido o mandado de prisão. As investigações que apuram, a princípio, a prática do crime de lesão corporal pelo ex-companheiro da vítima prosseguem para demais levantamentos e serão concluídas no prazo legal com a devida responsabilização do investigado.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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