Polícia
Idoso é preso por estupro vulnerável na zona rural de Bocaiúva

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio da Polícia Militar (PMMG), cumpriu, na manhã dessa terça-feira (22/8), mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos em desfavor de um idoso, de 62 anos, no distrito de Terra Branca, na zona rural de Bocaiúva, região Norte do estado. O homem, que estava em liberdade condicional, é investigado por estupro de vulnerável ocorrido no dia 7 de agosto deste ano, quando foi preso e autuado em flagrante. Depois da prisão, outras 25 mulheres o denunciaram por estupro.
A investigação iniciou depois da prisão em flagrante do idoso pelo estupro de uma adolescente, de 16 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sobre os fatos, a mãe da vítima contou que a adolescente havia contado para a professora de apoio dela que havia mantido relação sexual com o idoso, que era tratado pela adolescente como seu namorado. Ela contou ter recebido R$ 5 dele para não contar o que estava acontecendo entre os dois.
Diante disso, a Polícia Civil realizou levantamentos visando à conclusão das investigações, contudo, os policiais receberam novas denúncias de vítimas alegando que o idoso também havia estuprado outras meninas, hoje adultas, quando elas tinham entre 4 e 8 anos. Até o momento, 25 vítimas procuraram a Polícia Civil para registrar os fatos.
O delegado Cézar Salgueiro, responsável pela investigação, explicou que todas as provas estão sendo reunidas no inquérito policial instaurado para apurar os estupros. “Desde então, diligências, levantamentos e investigações estão em trâmite na unidade policial, que visa apurar todos os casos formalizados pelas vítimas que denunciaram o investigado”, ressaltou.
Ainda segundo o delegado, diante de todas as denúncias envolvendo o idoso, a PCMG representou pela prisão do suspeito, que estava em liberdade. “Considerando que após a ratificação da prisão dele, no dia 8 de agosto, o idoso foi beneficiado com liberdade provisória e se encontrava em liberdade, sendo assim, representamos pela prisão dele”, contou Salgueiro.
O suspeito foi preso em sua residência, localizada a cerca de 100 quilômetros de Bocaiúva. No momento da abordagem, quando avistou os policiais, ele tentou fugir, mas desistiu ao verificar que estava cercado. Na casa do suspeito, os policiais apreenderam quatro celulares, que serão periciados.
Após o trabalho da Polícia Judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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