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Minas envia novo efetivo e equipamentos da Polícia Militar para apoio ao Rio Grande do Sul

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O Governo de Minas, por meio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), enviou ao Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (8/5), 35 policiais militares, sendo 13 do Batalhão de Polícia Militar de Meio Ambiente (BPMamb) e 22 do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoq).

Também foram destacados um ônibus com capacidade para 42 pessoas, além de oito viaturas, equipamentos para resgate, como quatro conjuntos completos de embarcações com carretinhas, drones e armamentos.
As equipes reforçarão o trabalho de salvamento de vítimas em solo e também ações de policiamento ostensivo e preventivo para coibir crimes na região, principalmente saques.
“A presença da Polícia Militar por terra é fundamental não apenas para agregar nas questões dos resgates, mas também de segurança pública. O envio dos 35 militares reforça a equipe do Comando de Aviação do Estado, composta por sete militares, que está na região atuando em missões de resgate”, destacou a porta-voz da PMMG, major Layla Brunnela.
Segundo a major Layla, antes de se deslocarem para o Rio Grande do Sul, os militares receberam instrução e foram imunizados. “A atualização dos cartões de vacina é uma forma de cuidado com nossa tropa”.

Datas


De acordo com a porta-voz da PMMG, não há uma data prevista de retorno do efetivo para Minas Gerais.
“Não há essa expectativa de retorno, porque sabemos que as questões de segurança pública também ocorrem nesse pós-tragédia. Então, nossos militares ficarão à disposição do Estado do Rio Grande do Sul pelo tempo que for necessário para poder apoiá-lo”, destacou.
Desde o último domingo, duas aeronave da PMMG estão no Rio Grande do Sul, apoiando as forças de segurança locais nas demandas. Uma delas, o helicóptero Pégasus 22, é adaptada para utilização do Óculos de Visão Noturna (OVN). A tecnologia possibilita aos militares operarem em locais sem iluminação, garantindo uma maior eficiência nos resgates e ações de policiamento.

Cosud


A ajuda humanitária e logística enviada pelo Governo de Minas ao Rio Grande do Sul faz parte da força-tarefa do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), formado por sete estados das duas regiões, para contribuir com as ações de resgate e salvamento junto à população gaúcha.

Fonte: Policia Militar de MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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