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Mulher é presa por envolvimento em tentativa de homicídio na capital

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão temporária expedido contra uma mulher, de 39 anos, no bairro Lagoa, em Belo Horizonte. Durante a ação policial, realizada na última terça-feira (8/11), também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo arrecadados dois celulares.

De acordo com as investigações, conduzidas pelo Núcleo de Prevenção e Repressão aos Crimes de Tentativa de Homicídio (NPRCTH) da Delegacia Regional em Venda Nova, a suspeita estaria envolvida, juntamente com outros dois investigados, de 17 e 21 anos, na tentativa de homicídio cometida contra uma jovem, de 19 anos.

Entenda o caso

No dia 31 de julho deste ano, a vítima, ao sair de um baile funk, no bairro Piratininga, dirigiu-se a uma rua deserta para urinar, afastando-se, portanto, de seu namorado. No local da festa também estavam os investigados de 17 e 21 anos.

“Após fazer sua necessidade, a vítima, ao virar a esquina, foi surpreendida pelos dois investigados, que de imediato a agarraram, puxaram seu cabelo e arrastaram a vítima pela rua sob chutes e socos”, conta o delegado José Olegário de Oliveira, que ainda complementa: “o investigado de 17 anos, sobrinho da suspeita, determinou que seu comparsa quebrasse uma garrafa e perfurasse o pescoço vítima, a fim de matá-la, pois aquilo seria um recado da investigada para a vítima”.

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A jovem foi gravemente ferida, tendo o investigado de 17 anos também desferido golpes de garrafa contra o pescoço da vítima. Durante a sessão de espancamento, a adolescente desmaiou e os investigados encerraram a agressão, abandonando a vítima no local.

Conforme apurado, outros indivíduos, ainda não identificados, também teriam participado da ação criminosa, porém, indícios apontam que os investigados de 17 e 21 anos foram os que efetivamente espancaram a vítima, acreditando que a teriam matado.

Investigação

Durante os trabalhos investigativos conduzidos pela equipe do NPRCTH, com apoio de policiais militares do 49º Batalhão, foi localizado o vídeo de uma câmera de segurança que flagra as agressões cometidas contra a vítima.

Segundo o José Olegário, a motivação para o crime seria o fato da investigada, de 39 anos, apontada como mandante da agressão, acreditar que a vítima estaria envolvida na morte do filho dela, ex-namorado da adolescente, em julho de 2020.

“Desde então, a mãe começa a acusar, perseguir e ameaçar essa menina, de 19 anos, por entender que a jovem teria participado da morte de seu filho. Essas ameaças e ataques ganharam força e se materializaram de forma bestial no dia 31 de julho, quando seu sobrinho, de 17 anos, e outros indivíduos vão ao encontro da jovem e a espanca”, revela Olegário.

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Prisão por uso de drogas

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, a equipe da PCMG abordou uma jovem, de 20 anos, e namorado dela, de 27, casal que não tem relação com a tentativa de homicídio. Com a suspeita foram localizados três pinos contendo cocaína, e com o indivíduo, uma porção de maconha.

Os dois foram encaminhados à delegacia de Polícia e, por se tratar de crime de menor potencial, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Após serem advertidos, eles assinaram o termo de comparecimento ao Juizado Especial Criminal, sendo liberados em seguida.

NPRCTH

O NPRCTH é um projeto piloto, implementado em janeiro deste ano, na 3ª Delegacia Regional em Venda Nova, para atuar de forma especializada em uma unidade territorial. O delegado regional Caio Almeida destaca a importância do projeto: “O NPRCTH é uma iniciativa da Delegacia Regional, com o apoio do 1º Departamento, com objetivo de investigar os homicídios tentados na região de Venda Nova. O núcleo conta com o apoio e o trabalho articulado com a Polícia Militar, no sentido de troca de informações e operações. Há uma parceria e uma somatória de esforços para propiciar a investigação qualificada e a entrega de um trabalho mais célere e eficiente”, conclui.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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