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Operação Baco mira favorecimento de prostituição no Leste de Minas

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Divulgação/PCMG

Nessa quarta-feira (21/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a segunda fase da operação Baco, no município de José Raydan, Leste do estado, com o objetivo de combater crimes de favorecimento da prostituição. Um homem, de 51 anos, foi preso durante a ação.

Após a primeira fase da operação, coordenada pela PCMG em Santa Maria do Suaçuí, no dia 6 de fevereiro, a PCMG reuniu elementos apontando que o suspeito era o responsável por um bar, que possuía quartos destinados à prostituição. Na ocasião, foi presa a gerente do estabelecimento, uma mulher de 36 anos.

Diante dos fatos, a PCMG representou ao Poder Judiciário pela expedição de mandado de prisão preventiva em desfavor do dono do bar, responsável pelo funcionamento do local, pela contratação das garotas de programa e pela determinação dos valores que deveriam ser cobrados, além das taxas que deveriam ser pagas ao estabelecimento. A equipe da PCMG localizou o investigado na casa dele, onde a ordem judicial foi cumprida.

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Após os procedimentos de polícia judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

O nome da operação faz referência ao deus grego Baco, para o qual eram realizadas festas com consumo exacerbado de álcool, orgias, desordem e escândalos, que levaram o Senado Romano a proibi-las, em 186 a.C, alegando que eram uma ameaça à ordem pública e moral.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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