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Operação Cred Fácil mira empresa de venda de veículos em Santa Luzia

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quarta-feira (18/10), em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte, a operação Cred Fácil, que teve como objetivo desmantelar uma empresa suspeita de vender veículos, mas não os entregar. A operação, realizada com a Polícia Militar, resultou no cumprimento de três mandados de busca, com a apreensão de diversos documentos, além de uma motocicleta e um carro, ambos com indícios de supressão do número do motor.

De acordo com os levantamentos realizados pela 3ª Delegacia de Polícia Civil em Santa Luzia, a empresa anunciava em mídias sociais a venda de veículos com preço abaixo de mercado, além de possuir uma grande estrutura de telemarketing para captação de clientes, que em maioria estava com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) negativado.

Os interessados eram instruídos a comparecerem à loja e acreditavam que sairiam em posse do novo veículo. Contudo, no estabelecimento comercial eram informados de que deveriam pagar um valor como entrada e aguardar a análise de crédito no período de 15 a 30 dias, o que nunca ocorria. Quando a vítima procurava o estabelecimento para buscar o veículo, não obtinha resposta nem mesmo conseguia reaver o dinheiro pago, uma vez que o contrato de compra e venda era extremamente oneroso e previa o pagamento de 20% do total do bem nos casos de rescisão contratual.

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O delegado José Thomaz de Souza Junior informa que o estabelecimento comercial possui mais de 60 registros de ocorrência relacionados com o crime de estelionato nos últimos seis meses, e outras vítimas ainda podem ser identificadas. “Durante as apurações, ficou comprovado que a maioria das vítimas são pessoas humildes, que possuem um baixo poder aquisitivo, e são atraídas pela oferta de crédito fácil. Fato esse que a população deve suspeitar, pois preços praticados abaixo do valor de mercado e mercadoria sem comprovação da origem demonstra indícios de uma possível irregularidade”, ressalta.

A operação recebeu esse nome Cred Fácil devido à facilidade das pessoas em obterem crédito. O proprietário da agência de veículos e o gerente foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, enquanto os veículos apreendidos foram encaminhados ao pátio credenciado. As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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