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Operação Enchido mira venda ilegal de carnes em Uberaba

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (2/12), a operação Enchido, visando ao cumprimento de três mandados de busca e apreensão domiciliar em Uberaba, no Triângulo Mineiro. As ordens judiciais foram cumpridas em uma casa localizada em condomínio de luxo da cidade e em dois comércios.

Durante a ação, os policiais prenderam dois homens, de 39 e 42 anos, e apreenderam celulares, documentos, dois carros e dezenas de quilos de carnes impróprias para o consumo.

As investigações, coordenadas pela Delegacia Especializada na Repressão de Crimes Rurais, tiveram início há dois meses, após a informação de que um homem, de 45 anos, estaria vendendo em seu açougue, no bairro Maracanã, carnes que haviam sido furtadas ou roubadas.

O nome da operação faz referência à fábrica de linguiça do investigado, um tipo de embutido, vendido de forma irregular, inclusive com suspeitas do enchimento com carnes de animais exóticos.

A ação, que contou com o envolvimento de 12 policiais civis, teve a participação ainda da Vigilância Sanitária, responsável pela fiscalização e interdição do açougue alvo da investigação.

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Investigações

Levantamentos indicam que o empresário investigado adquiria animais bovinos provenientes de crimes cometidos em cidades vizinhas, a preços abaixo do valor de mercado e sem o devido controle de qualidade, expondo à venda alimentos impróprios para o consumo.

Ainda durante as investigações, policiais civis apuraram o possível envolvimento do empresário em outros crimes. Ele é suspeito de manter uma empresa de venda de placas fotovoltaicas, sobre as quais há indícios de que também seriam adquiridas de maneira ilícita e revendidas no mercado local, em uma espécie de lavagem de dinheiro.

O homem, conforme apurado, também teria o hábito de portar arma de fogo e há a suspeita de que ele tenha recebido auxílio emergencial de forma irregular.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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