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Operação Filho Espúrio mira organização investigada por estelionato

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Divulgação/PCMG

Em ação de combate ao crime de estelionato, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, nessa segunda-feira (26/6), a operação Filho Espúrio. Na ocasião, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia e Aparecida de Goiânia, ambas no estado de Goiás.

Conforme apurado pela equipe da 1° Delegacia Regional em Teófilo Otoni, os suspeitos, por meio de um aplicativo de troca de mensagens, passavam-se por filhos das vítimas a fim de extorquir valores delas. Inicialmente, os policiais mineiros identificaram três pessoas envolvidas no golpe.

No curso das investigações, que contaram com o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário em Teófilo Otoni, a equipe policial rastreou e monitorou os perfis falsos e as contas bancárias dos suspeitos. Com base nas informações levantadas, a equipe da PCMG se deslocou até as cidades goianas e, com o apoio da Polícia Civil de Goiás (PCGO), cumpriu os mandados.

Nas casas alvos, os policiais apreenderam cinco celulares, quatro máquinas de cartão de crédito, equipamentos eletroeletrônicos, cartões bancários e relógios importados de alto valor.

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Ainda durante a execução das ordens judiciais, foram confirmadas as identidades dos suspeitos, sendo também apurado o envolvimento de um deles com o tráfico de drogas.

Investigações

Por meio de investigações, a PCMG identificou que os suspeitos integram uma organização criminosa, a qual utiliza uma empresa para a prática dos crimes. O grupo dispõe, inclusive, de uma espécie de call center, com meta semanal de alcance de vítimas. Estima-se que os investigados tenham lesado dezenas de pessoas em todo Brasil.

A equipe da PCMG prossegue com a investigação visando identificar e prender todos os integrantes dessa organização criminosa.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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