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PCMG apresenta resultado de atuação durante o Carnaval

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quinta-feira (23/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) divulgou o resultado das ações desenvolvidas pela instituição durante o período carnavalesco. As informações foram apresentadas em entrevista coletiva promovida pelo Governo do Estado, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.

Na oportunidade, a chefe adjunta da PCMG, que atualmente responde pela chefia da instituição, delegada-geral Irene Franco Leroy, chamou a atenção para a atuação alinhada da Polícia Civil visando à garantia de um Carnaval mais seguro no estado. “Dessa vez, de uma forma especial, de uma forma organizada, atuamos para que todas as forças, em conjunto com boa parte do secretariado, agissem de forma coordenada, para que Minas Gerais tivesse o Carnaval mais seguro da federação”, ressaltou.

Irene destacou também o planejamento e as ações promovidas pela instituição, até mesmo no período que precedeu o Carnaval. “A Polícia Civil se preparou de uma forma pré-Carnaval; participou de todo um planejamento; realizou ações para que a criminalidade diminuísse, principalmente preocupados com a questão da chegada dos entorpecentes, que acabam gerando outros crimes relacionados ao tráfico de drogas. Tivemos uma operação muito exitosa, dias antes do Carnaval, com a apreensão de duas toneladas de maconha pelo Denarc – Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico, além de outras de menor porte”, pontuou.

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A delegada ainda falou sobre a importância das campanhas educativas realizadas pela Polícia Civil em todo o estado, com forte atuação do Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família e da Assessoria de Comunicação. As ações tiveram como foco a questão do preconceito, ressaltando o caráter criminoso de tal atitude. “Deboches em relação ao corpo, gordofobia, LGBTfobia, racismo, injúria racial. Fizemos uma intensa campanha antes do Carnaval e também durante os dias de folia, no sentido de conscientizar de que a diversão não pode ser revestida do preconceito”, ressaltou.

Efetivo PCMG

Em Belo Horizonte, as sete unidades plantonistas receberam reforço de pessoal durante os horários de maior concentração dos foliões. Já as delegacias de plantão do interior do estado contaram com o empenho operacional, principalmente em cidades cuja festividade é tradicional, conhecidas amplamente pelos foliões, como Diamantina, Ouro Preto, Conceição do Mato Dentro, Pirapora, entre outras.

“Durante o Carnaval, nossos plantões trabalharam ininterruptamente em atendimento às ocorrências. Nossas equipes realizaram em torno de 4 mil procedimentos nesses dias, dentre eles prisões em flagrantes e expedientes de medidas protetivas em resultados de violência doméstica. Agora, todos esses inquéritos policiais e todos esses procedimentos que nós realizamos têm que ser finalizados e levados à Justiça com consistência”, explicou Irene.

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Agradecimento

Por fim, a chefe adjunta destacou o comprometimento dos servidores durante os dias de Carnaval. “Por esse trabalho grandioso, a Polícia Civil agradece o empenho dos policiais civis e dos servidores administrativos. Vocês, servidores, foram essenciais e contribuíram efetivamente para o Carnaval seguro do estado de Minas. Isso nos orgulha demasiadamente. Sabemos que nosso trabalho não só foi feito com a dedicação e a competência costumeiras, mas também com a alegria de servir nessa festa que é uma das maiores do país”, concluiu.

Estiveram presentes na coletiva de imprensa o secretário de Estado de Cultura e Turismo (Secult), Leônidas Oliveira, bem como representantes das secretarias de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), de Desenvolvimento Social (Sedese) e de Saúde (SES-MG), além de membros das forças de segurança do Estado.

Confira a coletiva “Governo de Minas apresenta balanço das ações no Carnaval 2023” AQUI .

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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