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PCMG ganha reforço no enfrentamento de crime contra grupos vulneráveis

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quarta-feira (12/7), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a distribuição de 52 pistolas calibre 9 mm para o Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam), em Belo Horizonte, beneficiando as delegacias especializadas voltadas a grupos vulneráveis da capital. O armamento integra o montante de 816 armas de fogo adquiridas recentemente por meio de emendas parlamentares estaduais.

Os recursos do armamento destinado ao Defam são provenientes de indicações da deputada estadual Delegada Sheila Pedrosa de Mello e do ex-deputado Eduardo Mitre. A aquisição das pistolas Glock, modelo semiautomático, representa um investimento de aproximadamente R$ 133 mil para a Polícia Civil.

Durante a solenidade, a chefe do Departamento, delegada-geral Carolina Bechelany, agradeceu a todos os envolvidos e ressaltou a importância da entrega para melhores condições de trabalho e atuação policial. “São ações como essas que potencializam a nossa capacidade de combate à criminalidade cada vez mais organizada”, assinalou.

A deputada estadual Delegada Sheila exaltou o trabalho realizado pelo Defam e por todos os servidores da PCMG. “Somos respeitados em nível nacional e precisamos manter isso. A família desestruturada gera tráfico de drogas, homicídio, assassinato de mulheres, crianças abandonadas. Precisamos valorizar quem protege nossos filhos, o maior patrimônio que temos; quem protege a mulher, que é a base da sociedade, o esteio da família. O trabalho de vocês é muito importante. Vamos continuar mostrando a importância que temos”, afirmou.

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A chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboje, esclareceu que, dentro da revisão do Planejamento Estratégico da instituição, um ponto relevante é a ênfase das metas qualitativas para dar destaque à atividade operacional, com melhores equipamentos. “Com esse aporte de emendas parlamentares, que viabilizou a aquisição das novas armas [816 ao todo], conseguimos atender tanto as unidades da capital e da Região Metropolitana como do interior do estado”, pontuou. Outro ponto central do planejamento, segundo ressaltou a chefe da PCMG, é o programa de valorização do servidor, com dois eixos principais: “A capacitação continuada do servidor da Polícia Civil, com oferta de cursos e implementação de bons projetos nas unidades, como o Dialogar do Defam; e a saúde ocupacional do servidor e de seus familiares”, concluiu.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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