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PCMG identifica suspeito de praticar mais de 18 furtos em Juiz de Fora

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou um homem, de 43 anos, suspeito de praticar pelo menos 18 furtos, ocorridos a partir de novembro do último ano, em residências e estabelecimentos comerciais, situados nas regiões Central e Sul do município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O investigado já se encontra no sistema prisional.

Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) pela prática de tráfico de drogas e receptação – junto com a companheira dele – e encaminhado à Delegacia de Plantão da 1ª Delegacia Regional (1ª DRPC), onde o delegado plantonista representou pela prisão preventiva do homem – decretada na terça-feira (3/1) – em virtude de furtos cometidos.

Ainda na terça-feira (3/1), uma operação foi desencadeada, pela Polícia Civil, com apoio da PMMG, nos bairros Centro, Olavo Costa e Furtado de Menezes, em endereços vinculados ao investigado. Na ocasião, foram recuperados diversos materiais furtados na zona Sul da cidade.

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Segundo informações divulgadas durante coletiva de imprensa pelo delegado Luciano Vidal, que atua na 1ª Delegacia de Polícia Civil, unidade responsável pelas apurações de crimes cometidos na zona Sul e Cidade Alta, o suspeito é conhecido no meio policial. “Desde novembro do ano passado, vinha praticando de forma recorrente furtos a residências e estabelecimentos comerciais na área. Há um total de 13 ocorrências que ele estava vinculado”, disse Luciano, relatando que, apurações indicaram que, somente no bairro Bom Pastor, ele teria cometido sete furtos, inclusive em prédios de luxo.

O delegado Leonardo Bueno Procópio, da 7ª Delegacia de Polícia Civil, unidade responsável por apurar crimes praticados na área central de Juiz de Fora, também explicou que o homem é investigado por participar de cinco furtos ocorridos nessa região. “Em coparticipação com outros indivíduos, que também já foram identificados, durante a tramitação dos inquéritos”, disse Leonardo, complementando que ele agia, normalmente, no período noturno, utilizando instrumentos para praticar arrombamentos.

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De acordo com o delegado regional em Juiz de Fora, Márcio Roberto Savino Lopes, as equipes da PCMG continuarão integradas no combate à criminalidade em Juiz de Fora. “Temos uma equipe qualificada e integrada, mas também atuando junto com outras forças de segurança, em uma rede de informações”, conclui Márcio.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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