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PCMG marca presença na Parada do Orgulho LGBTQUIAP+ em BH

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Divulgação/PCMG

Na manhã desse domingo (9/7), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou da Parada do Orgulho LGBTQUIAP+, em Belo Horizonte, com a divulgação da campanha “Respeito não é questão de opinião”. Nesta 24ª edição do movimento, o tema “Democracia: liberdade e direitos para todos” reuniu militantes e envolvidos na causa, na Praça da Estação, Centro da capital. A atuação da PCMG contou com a parceria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e da Comissão Estadual de Políticas de Enfrentamento às Violações relativas à Orientação Sexual e Identidade de Gênero (Cepev).

A iniciativa foi da equipe da Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Racismo, Xenofobia, LGBTfobia e Intolerâncias (Decrin) e cerca de 20 participantes, entre policiais civis do Departamento de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam), além de apoiadores, distribuíram adesivos da campanha divulgada pela PCMG no Dia Internacional do Orgulho LGBTI, comemorado em 28 de junho. A confecção dos adesivos teve o patrocínio da Ibirité & Mário Campos Consultoria em Direito de Trânsito.

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Segundo a delegada Sílvia Mafuz, titular da Decrin, “a ação teve o objetivo de divulgar a delegacia especializada em investigação de crimes de intolerância, difundir os canais de denúncia e chamar a atenção da sociedade de que LGTBfobia é crime”, destacou.

Para a chefe da da Divisão Especializada de Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), delegada Renata Ribeiro, é forte a atuação do Defam nestas campanhas educativas. “Com o apoio do Defam, apresentamos resultados positivos na campanha contra o crime de importunação durante o Carnaval e agora é muito significativa a nossa atuação na Parada do Orgulho LGBT. É muito importante a participação da PCMG em um movimento grandioso que reforça a garantia de igualdade e direitos conquistados desse público que conta com uma delegacia especializada em BH”, garantiu.

Como personalidade referência em prol dos direitos LGBTQIAPN+, a ativista Walkiria La Roche também participou da ação com a PCMG pela Sedese.

Além de ser a primeira transexual a ocupar um cargo executivo no governo mineiro, ela é coordenadora de Políticas LGBTQIA+ do governo de Minas Gerais e mais recentemente passou a integrar a equipe da Cepev. “Parabenizo a PCMG que nunca se omitiu no enfrentamento ao racismo e aos crimes de LGBTfobia. Na história, construímos políticas públicas que acolhem cidadãos mais vulneráveis, com o Núcleo de Atendimento e Cidadania LGBT (NAC) que originou a delegacia especializada, e recentemente, a capacitação de 3 mil pessoas com um curso EaD, além da ampliação da Delegacia Virtual no segmento LGBTQIA+. Ontem, nessa ação da PCMG e Sedese com o intuito de informar e sensibilizar possíveis vítimas, avançamos ainda mais”, afirmou a ativista.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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