Polícia
PCMG participa da operação Apate na RMBH e Triângulo

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) integrou, nessa terça-feira (21/11), a operação Apate, uma ação coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça de Segurança Pública (Sejusp) em conjunto com outras 12 instituições. Postos de combustíveis foram alvo de fiscalização durante a ação.
No total, 20 estabelecimentos foram fiscalizados nessa terça, envolvendo 71 profissionais em Belo Horizonte, Contagem e Uberlândia. O objetivo foi atestar a qualidade e a regularidade dos combustíveis nas bombas, bem como a infraestrutura e a documentação dos estabelecimentos.
Entre aferições e análises, foram realizadas 445 fiscalizações no somatório das três cidades. Nove postos foram autuados, 63 bombas analisadas foram interditadas por irregularidades, e oito veículos transportadores de combustíveis foram multados.
A delegada de Polícia Civil, Elyenni Fonseca, explicou quais são as punições cabíveis para os postos que contrariam as regras e legislações. No caso de irregularidades encontradas, o representante pelo estabelecimento é responsabilizado. “Há adulterações criminais e administrativas, é preciso investigar primeiro. Se for o primeiro caso, o dono do estabelecimento pode ser punido com um a cinco anos de prisão, como previsto na Lei 8.137/91. Ainda há a Lei 8.137, que fala sobre a adulteração e a venda de produtos que não estão dentro do padrão”, destacou.
Para a concretização da Apate, 71 policiais e membros das instituições participantes foram divididos em grupos. Cada um atuou em dois alvos indicados por instituições de fiscalização. O Ministério Público, por meio do Procon-MG, e o Instituto de Metrologia e Qualidade de Minas Gerais (Ipem) foram responsáveis pelos testes de qualidade dos combustíveis e por averiguar o funcionamento das bombas. Para isso, foram usados equipamentos de medição de pureza, densidade e regularidade dos combustíveis.
O superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp, Bernardo Naves, explicou como a ação traz benefícios à população. “Somos diversas instituições trabalhando de forma integrada e em conjunto para fiscalizar os postos de combustíveis em todas as suas frentes. Isso tudo para que o consumidor não seja lesado e para dar ao cidadão mineiro a certeza de que ele está pagando por um combustível de qualidade. Exatamente pelo produto que ele realmente consome”, disse.
As bombas de combustíveis fiscalizadas e reprovadas pelo Ipem, além de renderem autuações, sofreram interdições e só poderão ser utilizadas novamente após reparação feita por um mecânico credenciado pela instituição. A fiscal da instituição, Edna Borges, explicou que esse procedimento é feito para garantir a segurança do consumidor e de todos os que trabalham no posto. “Bombas com defeito podem causar até explosões. O nosso papel também é prevenir”, diz.
Uberlândia
Em Uberlândia, foram fiscalizados seis postos em diferentes regiões da cidade. “Com essa ação conjunta conseguimos fiscalizar todo o processo de comercialização de combustíveis, para que assim seja garantida a segurança do consumidor na hora do abastecimento do veículo”, disse Egmar Ferraz, superintendente do Procon.
Marcos Tadeu de Brito Brandão, chefe do 9º Departamento da Polícia Civil, afirma que essa parceria permite uma análise mais completa do setor. “Atuando juntos podemos confirmar se os equipamentos de prevenção de incêndio estão em boas condições, se não há adulteração nas bombas, se o combustível vendido tem qualidade, para fazer valer os direitos do consumidor”.
Integrados
Participaram da Operação Apate a Polícia Civil; a Polícia Militar; o Corpo de Bombeiros Militar; a Polícia Rodoviária Federal (PRF); a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, por meio do Procon-MG; o Instituto de Metrologia e Qualidade de Minas Gerais (Ipem); a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); o Fórum dos Procons Mineiros; o Procon Municipal de Belo Horizonte; a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad); a Secretaria de Estado da Fazenda e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
*Texto adaptado de Agência Minas.
** Fotos: Sejusp-MG
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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