Polícia
PCMG participa de operação do MPMG contra fraudes no Detran

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nesta terça-feira (6/12), da operação Lavoisier, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da unidade Governador Valadares do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da 1ª Promotoria de Justiça de Guanhães. A ação, que também contou com o apoio da Polícia Militar, teve como alvo um grupo criminoso suspeito de falsificar e fraudar registros de veículos apreendidos para fins de leilões em pátios credenciados do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG).
Na ocasião, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo da segunda vara de Guanhães, região do Rio Doce. As ordens judiciais foram executadas, simultaneamente, nas cidades mineiras de Guanhães, Diamantina, Pedra Azul, Governador Valadares, Ipatinga e Belo Horizonte.
As apurações apontam que o grupo investigado incluía veículos apreendidos durante procedimentos criminais em leilões, sem a devida autorização do juízo criminal competente, frustrando a reparação do dano ou até mesmo a restituição do bem ao legítimo proprietário.
O esquema criminoso envolvia, ainda, a retirada clandestina de peças dos veículos apreendidos, seja para revenda a terceiros ou até mesmo para tornar os veículos menos atrativos quando dos leilões, havendo então o arremate por alguém do grupo a preço vil e posterior recolocação das peças retiradas.
Os suspeitos também são investigados por encomendar ou receptar veículos furtados e roubados, cujas peças eram retiradas para revenda ou utilização em automóveis envolvidos em acidentes. Daí o nome da operação, Lavoisier, autor da célebre frase: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Detran
O Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) tem adotado diversas medidas para coibir fraudes envolvendo registros de veículos apreendidos para fins de leilões em pátios credenciados do Detran, entre elas, implantações sistêmicas de plataformas digitais e práticas para garantir lisura e transparência aos processos.
O leilão on-line é um desses mecanismos, que possibilita efetivar os lances com segurança, comodidade, celeridade, garantindo mais transparência e eficiência aos processos.
A operação de hoje, que contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil (CGPC) em sua execução, encontra consonância e cooperação do Departamento com os órgãos de controle.
*Texto produzido com adaptações e informações do MPMG
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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