Polícia
PCMG prende trio que fez 15 roubos seguidos em um único dia na capital

Três homens, de 21, 23 e 25 anos, que formavam uma associação criminosa voltada para roubos e outros crimes, foram presos temporariamente pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Belo Horizonte. Eles são suspeitos de cometerem 15 roubos seguidos em um único dia, nos bairros Maria Virgínia, Pirajá, Maria Goretti e Goiânia, todos na região Leste da capital.
As investigações conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia Civil Leste concluíram que os investigados se associavam para cometer os crimes sempre da mesma maneira, conforme detalha a delegada Alice Batello Pedro. “Com emprego de arma de fogo e utilizando-se de duas motocicletas rápidas, uma delas apreendida pela polícia, os suspeitos miravam, sobretudo, aparelhos celulares em assaltos relâmpagos”, disse.
“Por utilizarem um modelo de rápido deslocamento, isso favoreceu os investigados na prática dos crimes, uma vez que faziam paradas estratégicas em locais com câmeras para forjar álibi e trocar os garupas, dificultando a identificação por vítimas e a relação dos assaltos pela polícia”, completa a delegada.
A PCMG apurou que todos os presos já possuíam passagem criminal pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de bens, roubo e homicídio. Os suspeitos de 21 e 23 anos, vizinhos, foram, inclusive, presos em flagrante próximo ao bairro Jardim Vitória. Nas redes sociais, o homem de 23 anos apareceu ostentando imagens com várias motocicletas, de diferentes marcas e modelos diferentes. Ele também é investigado, com comparsas, em outra ocorrência, apurada pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), em que um caminhão roubado foi localizado naquele mesmo bairro.
“Tais fatos permitem inferir que o indivíduo de 23 anos atua criminalmente na região Leste da capital, oculta os bens no bairro Jardim Vitória, onde reside, e envolve menores de idade no tráfico de drogas e roubos, dentre os quais, possivelmente, o suspeito de 21 anos, que acabou de completar a maioridade penal”, explica Alice Batello.
Recuperação
Durante operação realizada nos dias 16 e 17 de novembro, para cumprimento dos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, a Polícia Civil conseguiu recuperar 15 celulares das vítimas e apreender uma das motocicletas utilizadas pelos investigados.
Ao final das investigações, o inquérito policial foi concluído com indiciamento dos suspeitos pelos crimes de roubo qualificado por concurso de pessoas, uso de arma de fogo e associação criminosa. A PCMG representou ainda pela conversão das prisões temporárias em preventivas.
Os investigados seguem no sistema prisional à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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