Polícia
PCMG recolhe vestígios para apuração de morte de criança em BH

Em desdobramento às investigações que apuram os fatos que levaram à morte de um menino de 2 anos em Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais desencadeou, nesta quarta-feira (25/1), a operação Curumim, que resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão na capital e Santa Luzia, Região Metropolitana.
O crime ocorreu no dia 9 de janeiro, na casa do pai da vítima, no bairro Jacqueline, região Norte da Capital, onde a criança estaria desde a véspera do Natal do último ano. A criança deu entrada em unidade hospitalar com ferimentos graves e, um dia depois (10/1), morreu. O pai e a madrasta do menino chegaram a ser presos em flagrante à época, e a Justiça concedeu a conversão para prisão preventiva.
Conforme explica o delegado Diego Lopes, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), a ação desta quarta-feira foi essencial para coletar vestígios relevantes que serão fundamentais para elucidação das circunstâncias, autoria e motivação do crime. “Um desses vestígios é fundamental e pode se tornar peça-chave da investigação, ainda que não possamos fornecer detalhes quanto a sua natureza”, revela. “Além disso, nessa ação identificamos e qualificamos pessoas que serão ouvidas nos próximos dias e, esperamos, contribuirão também para o avanço das apurações”, concluiu.
Local do crime
Uma das ordens judiciais de busca foi cumprida na residência onde o crime foi registrado. O delegado Diego Lopes afirmou que vizinhos ameaçavam atear fogo na casa, por revolta aos fatos noticiados, e que por isso familiares realizaram mudança de móveis e outros utensílios da casa. “Contudo, isso não prejudicou o trabalho da Polícia Civil, uma vez que a perícia oficial já havia comparecido ao local, tornando possível, inclusive, a construção de um croqui”, esclareceu Lopes, que descreveu também uma pichação na fachada do imóvel clamando por justiça pela morte do menino.
Causa da morte
Conforme o laudo de necropsia, divulgado também nesta quarta-feira (25/1), a causa da morte da criança constatada foi por traumatismo cranioencefálico de grande extensão, provocado por um objeto contundente. A perícia envolveu, inclusive, a tomografia da parte da nuca da vítima para determinar a amplitude da lesão. A Polícia Civil trabalha para definir qual teria sido exatamente o instrumento utilizado no crime.
Quanto aos próximos passos, o delegado Diego Lopes adiantou que serão colhidos novos depoimentos e analisado o elemento encontrado em uma das buscas que poderá ser preponderante para a conclusão do inquérito policial.
Ainda que o caso tenha gerado grande repercussão, o chefe da Divisão Especializada de Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente (Dopcad), delegado Eduardo Vieira, adianta que é necessário atuar com cautela e, simultaneamente, com compromisso com a sociedade. “A divulgação da etapa deste nosso trabalho provém de uma investigação densa e séria. Claro que trabalhamos de forma silenciosa, de modo a não comprometer nenhuma fase dos trabalhos investigativos, mas ainda assim, sabemos da necessidade de mostrar à sociedade que as investigações estão avançadas”, finalizou.
O inquérito policial para apuração do caso segue em andamento.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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