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Polícia Civil reinaugura Delegacia em Santa Maria do Suaçuí

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) reinaugurou, nesta sexta-feira (7/7), a Delegacia de Polícia Civil em Santa Maria Do Suaçuí, no Leste do estado. Os novos espaços que compõem a unidade policial servirão como centro de excelência no que diz respeito à repressão do crime e ao desempenho de qualidade dos trabalhos de polícia judiciária.

Entre os itens da reforma, foram criadas salas de atendimento especial para mulheres em situação de violência doméstica, de reunião e de inteligência, houve ampliação da inspetoria, inclusão de uma cela, instalação de cobertura e iluminação, alocação de mobiliário na ala de vistoria veicular com rampa de acessibilidade para a área do Setor de Trânsito, bem como adequação da pintura e das placas ao novo padrão visual da instituição.

O delegado titular da Delegacia em Santa Maria do Suaçuí, Thales Borges Muniz, iniciou a cerimônia de reinauguração prestando elogios e agradecimentos às autoridades e à comunidade local, que contribuíram com a reforma da delegacia, o que proporcionará melhor atendimento à população e consequente redução da criminalidade.

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Em seu discurso, o chefe do 8º Departamento de Polícia Civil em Governador Valadares, delegado-geral Vinícius Sampaio da Costa, reforçou a necessidade da reforma da unidade policial e que, agora, a nova unidade conta com instalações adequadas para servir à população.

“Instituições públicas e pessoas da comunidade uniram esforços para melhorar as condições de estrutura física e logística em Santa Maria do Suaçuí. A mudança é significativa e emblemática, pois contou com recursos para a criação de espaços estratégicos, sobretudo a sala de atendimento especial para mulheres em situação de violência doméstica”, destacou.

A reforma, que contou com a parceria de municípios da comarca, do Poder Judiciário, entre outros órgãos, promove ainda condições adequadas de trabalho aos policiais civis. “Assim, construímos uma relação de confiança na prevenção e no combate ao crime e na prestação de serviços essenciais à população”, reiterou o delegado assistente da Chefia da PCMG, Aloísio Fagundes, na ocasião representando a chefe da instituição, delegada-geral Letícia Gamboge.

Participaram também do evento autoridades dos poderes Executivo e Legislativo Municipal, representantes da Polícia Federal, do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Polícia Militar, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), além do delegado Felipe Forjaz, do delegado regional em Guanhães, Ulisses Dias de Sousa Filho, entre outras autoridades e servidores da Polícia Civil.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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