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Assassinatos de advogados criminalistas pautam audiência

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Diante do recente assassinato de dois advogados no Estado, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza audiência nesta terça-feira (11/6/24) para discutir a necessidade de garantir condições para o livre exercício da atividade.

A reunião será às 14 horas, no Auditório José Alencar, e tem como autora do requerimento a deputada Andréia de Jesus (PT), presidenta da comissão. Serão debatidas questões como a defesa dos direitos humanos dos advogados, em especial os criminalistas, bem como iniciativas no âmbito da administração pública para garantir a segurança e a livre atuação da classe, considerando os crimes cometidos contra advogados no exercício de suas funções.

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A audiência atende a uma solicitação encaminhada à comissão pela Associação Nacional da Advocacia Criminal em Minas Gerais (Anacrim-MG), na qual a entidade manifesta que está havendo “uma escalada de crimes violentos cometidos contra advogados no exercício de suas funções em todo o Estados, especialmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)”.

Em alusão às recentes mortes de Hudson Maldonado Gama e Pedro Cassimiro Queiroz Mendonça, a entidade registra que dois advogados criminalistas “foram brutalmente assassinados, um deles incendiado, em sua residência em Sete Lagoas, e outro fuzilado na porta do Fórum da Comarca de Ibirité, ao meio-dia”.

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Hudson Maldonado Gama, 86 anos, advogado criminalista e delegado aposentado, foi queimado vivo em Sete Lagoas, dentro de casa, em 22 de maio. O suspeito do crime é um ex-policial civil. Cinco dias após, Pedro Cassimiro Queiroz Mendonça, 40 anos, foi executado em Ibirité, na rua, com mais de 20 tiros. Tinha 40 anos e foi divulgado que vinha fazendo denúncias contra o sistema prisional.

Crimes bárbaros

“Esses dois crimes bárbaros vêm no esteio de inúmeros outros, em uma crescente escalada de crimes cometidos contra advogados no exercício de suas funções, especialmente daqueles que atuam na defesa dos direitos humanos e liberdades individuais de indivíduos em conflito com a lei, ou, simplesmente, advogados criminalistas”, destaca a associação por meio de seu presidente e vice-presidente, Bruno Dias Cândido e Bernardo Simões Coelho, respectivamente.

Ambos foram convidados para a audiência. Segundo a Anacrim-MG, o intuito da classe é discutir projetos e iniciativas capazes, no âmbito da administração pública do Estado de Minas Gerais, de aumentar a segurança e garantir o respeito aos profissionais da advocacia, como a criação de delegacias e comissões especiais de investigação e inquérito.

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No entendimento da entidade, discutir o tema é fundamental para a preservação dos direitos humanos e da dignidade humana, para a defesa do Estado Democrático de Direito e para o incremento da segurança pública no Estado.

Além dos dirigentes da Anacrim Minas, confirmaram presença na reunião o superintendente de Investigação e Polícia Judiciária, Julio Wilke, representando o secretário Rogério Greco, titular da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); e o diretor de Operações da Polícia Militar de Minas Gerais, Flávio Godinho Pereira, representando o comando geral da corporação.

Além do presidente da Federação Nacional dos Institutos dos Advogados, Felipe Martins Pinto, e do presidente do Instituto de Ciências Penais, Leonardo Augusto Marinho Marques.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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