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Audiência vai demarcar posição contrária à privatização de Cemig e Copasa

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O papel da Copasa e da Cemig como prestadores dos serviços, respectivamente, de saneamento e fornecimento de energia elétrica; a avaliação do desempenho dessas concessionárias, por meio de parâmetros técnicos adequados e da escuta da opinião da população mineira.

Esses são os temas a serem debatidos na audiência pública da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A reunião vai ainda demarcar o posicionamento contrário do Bloco Democracia e Luta contra a privatização das duas empresas.

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O encontro será nesta terça-feira (19/9/23), às 9h30, no Auditório José Alencar e tem a deputada Lohanna (PV) como primeira signatária do requerimento. Ela destaca que a audiência é um momento para discutir o processo, colocado em curso pelo Governo de Minas, de privatização das duas estatais mineiras, bem como a sua relevância para os mineiros.

Também assinam o requerimento os seguintes parlamentares do Bloco Democracia e Luta: Ana Paula Siqueira e Lucas Lasmar, da Rede; Andréia de Jesus, Beatriz Cerqueira, Cristiano Silveira, Doutor Jean Freire, Leleco Pimentel, Leninha, Betão, Macaé Evaristo, Marquinho Lemos, Ricardo Campos e Ulysses Gomes, do PT; Bella Gonçalves, do Psol; Celinho Sintrocel, do PCdoB; e Professor Cleiton, do PV.

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PEC do governo prevê fim de referendo popular

A deputada Lohanna tem se posicionado contra a privatização dessas empresas, principalmente após a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governador Romeu Zema (Novo), que retira a necessidade do referendo popular, previsto na Constituição Estadual. Na avaliação dela, “o governo dizer que não consegue fazer o referendo significa menosprezar o Estado de uma forma impressionante”.

A Constituição mineira, no parágrafo 17 do artigo 14, prevê a necessidade do referendo popular nos seguintes termos: “a desestatização de empresa de propriedade do Estado prestadora de serviço de distribuição de gás canalizado, de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica ou de saneamento básico, autorizada nos termos deste artigo, será submetida a referendo popular”.

A deputada Lohanna considera ainda que defender as estatais mineiras é garantir a soberania do Estado na prestação de serviços essenciais.

Citação

Foram convidados para a reunião o secretário de Estado de Governo, Gustavo Valadares; além de representantes dos sindicatos dos trabalhadores da Cemig e da Copasa e de representações de entidades envolvidas com o tema.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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