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CCJ dá sinal verde a projeto sobre divulgação de remédios distribuídos gratuitamente

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Projeto de lei que trata da disponibilidade de informações sobre medicamentos recebeu parecer pela sua constitucionalidade na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na manhã desta terça-feira (23/5/23).

O PL 3.583/16, de autoria do ex-deputado Léo Portela, estabelece que os postos oficiais de distribuição de medicamentos e as farmácias populares disponibilizem em local de fácil visualização a relação de remédios distribuídos gratuitamente à população e que estejam em estoque.

O texto determina, ainda, que deverão estar acessíveis no site da Secretaria de Estado de Saúde a lista desses medicamentos e as informações sobre a data provável de disponibilização dos remédios em falta.

Segundo o autor do projeto, a divulgação dessas informações atualizadas evitará “que as pessoas percam tempo indo até os postos de distribuição, ficando horas nas filas, se souberem que determinado remédio está em falta”. Além disso, a utilização do site da Secretaria de Estado de Saúde seria uma estratégia importante de direito à informação.

O relator, deputado Bruno Engler (PL), apresentou novo texto (substitutivo nº 1), que simplifica a norma sem prejuízo dos seus objetivos. Ele pontua que cerca de 350 medicamentos são distribuídos gratuitamente e que, por ser uma lista extensa, isso dificultaria a sua divulgação.

“Por isso, apresento o substitutivo nº 1, para obrigar os postos oficiais e farmácias populares do Estado a disponibilizarem, em local de fácil acesso, a informação de que a relação dos medicamentos do programa federal está à disposição dos cidadãos”.

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O novo texto também atribui como responsabilidade dos serviços públicos de saúde a acessibilidade das informações, seja em sites ou outro meio eletrônico. O texto segue agora para sua análise de mérito em 1º turno na Comissão de Saúde da ALMG.

Carteira de Identidade pode auxiliar todas as pessoas com deficiência

Também recebeu parecer pela sua juridicidade o PL 3.099/21, do deputado Professor Wendel Mesquita (Solidariedade), que institui a Carteira de Identificação de Pessoa com Doença Rara (CIPDR) no Estado. O relator, deputado Arnaldo Silva (União), sugeriu mudanças no texto original, através do substitutivo n° 1.

De acordo com o autor do projeto, o objetivo da carteira é facilitar o acesso das pessoas com doenças raras aos direitos previstos em lei. O documento teria prazo de validade de cinco anos e seria emitido pela Secretaria de Estado de Saúde. O titular da carteira teria direito ao atendimento preferencial em repartições públicas, além de matrícula na escola pública mais perto de sua casa, se estiver em idade escolar.

No entanto, o relator entendeu que seria mais abrangente instituir que o Estado ofereça ao cidadão a inserção na Carteira de Identidade de informações relativas a deficiências ou condições específicas de saúde.

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Isso faria, de acordo com o relator, com que o documento pudesse, inclusive, substituir outros documentos na comprovação de deficiência, além de ser utilizado para contribuir para a garantia de direitos ou para preservar a saúde da pessoa.

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O substitutivo também modifica o texto original estabelecendo que a inclusão das informações na Carteira de Identidade ficaria condicionada à comprovação desses dados perante o órgão estadual competente.

O PL segue para análise de 1° turno nas Comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Casa.

Na mesma reunião, outros projetos de lei receberam pareceres pela sua legalidade:

  • PL 273/23, da deputada Lohanna (PV), institui a Semana Estadual da Maternidade Atípica. O relator, deputado Doutor Jean Freire (PT), apresentou substitutivo nº 1 ao texto original;
  • PL 3.969/22, do deputado Douglas Melo (PSD), acrescenta artigo à Lei 14.360, de 2002, que dispõe sobre o Programa de Fomento ao Desenvolvimento das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte do Estado de Minas Gerais – Micro Geraes. O relator, deputado Zé Laviola (Novo), apresentou o substitutivo nº 1 ao texto original;
  • PL 4.001/22, do deputado Ulysses Gomes (PT), sobre prazo de validade de laudo e perícia médica que atestam o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O relator, deputado Arnaldo Silva, foi favorável à matéria na forma do substitutivo nº 1.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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