Política
Comissão debate ausência de vagas ofertadas pelo Estado no ensino fundamental

A Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) debaterá na próxima quarta-feira (20/9/23), a partir das 9h30, no Auditório José Alencar, os impactos da ausência de abertura de vagas para matrículas no ensino fundamental pelo Estado e as diretrizes do Plano de Atendimento Escolar da rede estadual para o ano de 2024.
A reunião acontece a pedido da presidenta da comissão, deputada Beatriz Cerqueira (PT). Participam da audiência a coordenadora do Fórum Estadual Permanente de Educação de Minas Gerais (Fepemg), Analise de Jesus da Silva; a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute/MG), Denise de Paula Romano; o economista e coordenador técnico do Dieese do Sind-Ute/MG, Diego Severino Rossi de Oliveira; e a presidente da Associação Mineira de Inspetores Escolares (Amie), Geovanna Passos Duarte.
Lançada em julho deste ano, a Resolução da Secretaria de Estado da Educação (SEE/MG) 4.869, de 2023, estabelece normas e diretrizes para a elaboração do Plano de Atendimento Escolar (PAE), que será construído pelas Secretarias Regionais de Ensino, em colaboração com o Órgão Central da SEE/MG, e com participação dos gestores das escolas estaduais e das Secretarias Municipais de Educação.
O objetivo do PAE é planejar a oferta de vagas escolares para o próximo ano, como forma de assegurar a continuidade de atendimento aos estudantes matriculados na rede e o ingresso daqueles que não tiveram acesso ao ensino na idade própria ou que abandonaram os estudos e desejam retornar.
No entanto, a resolução estabelece que, quanto à oferta de vagas no ensino fundamental, no PAE estas vagas devem ser ofertadas, prioritariamente, na rede municipal de ensino, e que caberia ao Estado definir com cada município formas de colaboração na sua oferta, de acordo com a população a ser atendida e a disponibilidade de recursos, assegurando a distribuição proporcional das responsabilidades de cada esfera do poder público.
A resolução da SEE define também que no PAE o ensino médio deve ser oferecido com prioridade pelo Estado, de acordo com o fluxo de estudantes em continuidade de estudos na rede estadual, com a demanda proveniente de outras redes de ensino e a todos que o demandarem.
Já a oferta da educação infantil também deve ser oferecida pelo município em creches e pré-escolas. Mas devido a características específicas das comunidades, algumas instituições estaduais podem ofertar a modalidade.
Críticas à municipalização envolvem falta de compromisso com recurso
A oferta de vagas no ensino fundamental prioritariamente pela rede municipal tem sido alvo de críticas pela comissão desde 2021, quando foi apresentado à ALMG o Projeto de Lei (PL) 2.657/21, chamado de projeto Mãos Dadas, que prevê o repasse de recursos para os municípios assumirem a gestão do ensino fundamental.
O projeto estabelece que o valor do incentivo financeiro estará condicionado à disponibilidade financeira e orçamentária do Estado e que o município interessado em participar deverá inscrever-se mediante a assinatura de termo de adesão a ser celebrado com o Estado, por intermédio da SEE.
Esta iniciativa do governo, que já foi tema de mais de 90 requerimentos da comissão, envolvendo pedido de informações, visita a escolas e audiências públicas, já foi objeto de crítica por diversos gestores municipais, comunidade acadêmica e alunos e está longe de ser um consenso entre os educadores.
A presidenta da Comissão de Educação avalia que o projeto apenas descentraliza as matrículas, repassando para os municípios a responsabilidade que hoje é do Estado, sem o aporte financeiro adequado.
Em manifestação feita em Plenário quando a proposta do Executivo foi recebida, Beatriz Cerqueira afirmou que a medida vai gerar grande dificuldade para as prefeituras, uma vez que os custos para os municípios se elevariam em 86%, enquanto os repasses de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) previstos seriam de apenas 24%.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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