Política
Comunidades criam parque ciliar no Córrego do Onça

“Viver com o rio vivendo”. Com este lema, os moradores dos bairros Ribeiro de Abreu e Novo Aarão Reis, na região Nordeste de Belo Horizonte, deram início a uma transformação dessas duas comunidades, com a criação de um parque ciliar nas margens do Córrego do Onça. Nesta sexta-feira (26/4/24), a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foi conhecer de perto essa iniciativa.
As comunidades às margens do Onça sempre conviveram com as enchentes. “Não podia armar uma chuva, que inundava tudo”, rememorou o líder comunitário Itamar de Paula. “Era um caos. As pessoas ficavam com dois metros de água dentro de casa”, completou Roneide Aparecida Dutra, que também é líder comunitária.
As inundações, além de serem um transtorno para as pessoas que construíram suas casas nas margens do Onça, também destruíam os interceptores de esgoto, o que contribuía para piorar o problema da poluição da água.
Com a construção da rodovia MG-020, que liga Belo Horizonte a Santa Luzia, os moradores das áreas de risco foram removidos e suas casas foram demolidas. Sobraram escombros e entulho de construção nas margens do Onça. Os moradores então se organizaram para reivindicar a limpeza da área e implantar um parque ciliar comunitário.
No Ribeiro de Abreu, a área onde viviam 120 famílias em situação de risco agora conta com gramado, pista de caminhada, horta comunitária, quadra de esportes, parquinho para crianças e muitas árvores frutíferas, que são remanescentes dos quintais das casas que existiam ali.
No Novo Aarão Reis, a comunidade recebeu o apoio da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para a implantação de horta comunitária, agrofloresta com árvores frutíferas, equipamentos de ginástica e parquinho para crianças. Tudo isso ao lado de uma cachoeira do Onça, que tem suas águas poluídas.
A líder comunitária Elenilza Brito contou que tudo começou quando os próprios moradores se organizaram para limpar o espaço e iniciaram o plantio de uma horta. Segundo ela, a comunidade espera por novas melhorias, como a ampliação dos espaços de lazer e a instalação de aparelhos de ginástica para idosos.
Não muito longe dali, no chamado encontro das águas dos córregos do Onça e Isidoro, a situação é completamente diferente. As margens dos cursos d´água estão tomadas por lixo e entulho das casas que foram demolidas. A área também virou um bota-fora clandestino de entulho de construção. As lideranças comunitárias esperam que o espaço também seja transformado em área de lazer.
Moradores esperam por novas melhorias
A inauguração do Parque Ciliar Comunitário do Ribeirão Onça será feita pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) neste sábado (27). A comunidade comemora a conquista, capitaneada pelo Conselho Comunitário Unidos pelo Ribeiro de Abreu (Comupra) e pelo Movimento Deixem o Onça Beber Água Limpa.
Mas os moradores também reivindicam mais melhorias, como a despoluição do Córrego do Onça. Para isso, é necessário garantir que o esgoto de todas as casas seja devidamente coletado e tratado.
O gerente regional BH-Norte da Copasa, Gilberto Gomes Ferreira, esclareceu que a construção da infraestrutura de coleta de esgoto depende da atuação conjunta com a PBH. Segundo ele, o poder público municipal precisa providenciar remoções de famílias para que a empresa possa construir suas redes de interceptação do esgoto.
A deputada Bella Gonçalves (Psol), que solicitou a realização da visita, destacou a importância do trabalho comunitário e defendeu a necessidade de novas melhorias para os moradores da região, como a despoluição dos córregos do Onça e Isidoro.
A parlamentar defendeu a necessidade de estreitamento das relações entre a Copasa e a comunidade, para discutir a despoluição dos córregos do Onça e Isidoro e a possibilidade de aportes financeiros da empresa para a conclusão do parque ciliar.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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