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Déficit de MG ao final de 2023 deve ser um pouco menor do que o previsto

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Apesar de o Orçamento do Estado para 2023 prever um déficit de R$ 3,5 bilhões, com R$ 106,1 bilhões de receitas frente a despesas de R$ 109,6 bilhões, as projeções do Poder Executivo apontam para um cenário um pouco menos pessimista, mesmo com os impactos nesta reta final de 2023 dos pagamentos do 13º salário e dos retroativos do Piso Nacional da Educação aos servidores estaduais.

Foi o que apontaram os técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) que participaram, na manhã desta quarta-feira (25/10/23), de audiência da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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A audiência para avaliar o cumprimento das metas fiscais do governo nos 1º e 2º quadrimestres deste ano é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR) e integra as atividades de monitoramento intensivo da situação fiscal do Estado, no âmbito do Assembleia Fiscaliza.

A reunião foi solicitada pelo presidente da comissão, deputado Zé Guilherme (PP), e pelos deputados Rafael Martins (PSD) e Doorgal Andrada (Patri). Coube ao subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto, Felipe Magno Parreiras de Sousa, apresentar a eles os dados constantes do Relatório de Execução Orçamentária e do Relatório de Gestão Fiscal.

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Apesar de não fixar um valor como objetivo financeiro do Executivo para o fim do ano, o subsecretário destacou que a meta é sempre buscar a estabilidade. Para efeito de comparação, ele lembrou o resultado orçamentário de R$ 2,2 bilhões positivos ao final do ano passado, o que também não é o ideal. “O trabalho de gestão deve ser sempre entregar à sociedade tudo o que foi arrecadado”, disse o subsecretário.

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O gestor lembrou ainda do impacto negativo da queda de arrecadação de ICMS em 2023, de 10,3%, sobretudo em virtude da redução das alíquotas sobre combustíveis, que perdurou até março. Isso fez, conforme lembrou, que o Estado amargasse o segundo lugar no primeiro semestre com a maior queda de arrecadação de impostos em todo o País, atrás apenas de São Paulo.

Apesar disso, segundo os dados apresentados pelo subsecretário, o resultado orçamentário até o final do quarto bimestre (agosto) é, por enquanto, positivo em R$ 5,2 bilhões, cenário que ainda vai se modificar bastante com as despesas citadas até o fim do ano. Com um resultado primário em torno de R$ 3,3 bilhões, o desafio, segundo ele, segue sendo gerar mais sobra de caixa para o Estado conseguir pagar sua dívida.

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“Minas precisa ter resultado primário suficiente para conseguir pagar sua dívida. No ano passado ele foi de R$ 4,7 bilhões, frente a um serviço da dívida (correções) em torno de R$ 12 bilhões”, lamentou. A alternativa mais viável até o momento para tentar equacionar essa situação, na avaliação dele, é a aprovação da adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), em debate na ALMG.

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Nesse ponto, o subsecretário do Tesouro Estadual, Fábio Rodrigo Amaral de Assunção, acrescentou que, apesar de ainda complexa, a situação da dívida do Estado, expressa pela comparação com as receitas, tem melhorado continuamente na atual gestão.

O comprometimento, de acordo com ele, passou de 189% em 2018 para 154% ao final do segundo quadrimestre de 2023, com a tendência se manter assim nos próximos anos com a adoção do Regime de Recuperação Fiscal.

Mínimos constitucionais devem ser atingidos

Felipe Souza destacou ainda a execução orçamentária até o momento de 9,15% na saúde e 23,78% na educação, mas afirmou que os percentuais mínimos constitucionais serão atingidos até o final do ano: R$ 9,3 bilhões na saúde (12,2%) e R$ 17,6 bilhões na educação (25,7%), conforme as projeções apresentadas.

Por fim, o subsecretário destacou a trajetória de estabilidade do déficit previdenciário e descendente dos restos a pagar, mas classificou como preocupantes os dois quadrimestres de 2023 acima do limite máximo (49%) definido pela LRF para as despesas com pessoal (49,3% e 49,6%). “E a perspectiva é de continuar ascendente até o final do exercício”, concluiu.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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