Política
Egressos das colônias de hanseníase denunciam violações de direitos

A Comissão de Direitos Humanos realiza audiência pública nesta quarta-feira (8/11/23) para debater as condições de garantia dos direitos humanos dos moradores e egressos das colônias de hanseníase e casas de saúde mantidas pela Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig).
A reunião acontecerá a partir das 14 horas, no Auditório José Alencar da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), atendendo a requerimento do deputado Cristiano Silveira (PT).
Segundo informações da assessoria do parlamentar, um dos focos da audiência pública será a suposta ameaça representada pela privatização das instituições públicas por meio da terceirização de serviços. Ainda de acordo com o parlamentar, muitas pessoas estão pagando por consultas particulares e medicamentos, o que representa grave violação de direitos.
“A terceirização tem sido uma tendência preocupante para as comunidades de hanseníase em Minas Gerais. Essa prática pode comprometer a qualidade e a acessibilidade dos serviços essenciais de saúde e tratamento oferecidos aos residentes das colônias (casas de saúdes) que dependem desses serviços. Somos contra a privatização das colônias, por entender que esta não é a melhor forma de gestar a questão da hanseníase nas comunidades”, aponta Cristiano Silveira, por meio de sua assessoria.
Outra questão crucial que essas pessoas também estariam enfrentado, segundo ele, é a demora no pagamento de benefícios destinados aos filhos separados de suas famílias, por parte do governo estadual. A Fhemig demoraria cerca de três meses para processar o pagamento, o que afetaria diretamente o bem-estar das famílias envolvidas.
“É importante garantir maneiras para que os pagamentos sejam feitos de maneira oportuna e eficaz. Tem situações em que a pessoa fez o requerimento e acaba falecendo no processo, sem que os filhos recebam os pagamentos”, aponta o deputado.
Outro problema, segundo o parlamentar, é a substituição de profissionais de saúde qualificados por cuidadores, o que comprometeria a qualidade do atendimento e a segurança dos pacientes, uma vez que o cuidador ainda não é uma profissão regulamentada por lei.
“A Fhemig, por ser uma entidade pública, deve ser administrada por servidores públicos, e o atendimento deve ser realizado por profissionais de carreira existentes no Estado. Há inclusive risco de colocar em risco a vida dos usuários”, aponta.
Por fim, ainda de acordo com Cristiano Silveira, a falta de pessoal e o dimensionamento inadequado causam o adoecimento dos profissionais e o seu afastamento do trabalho, além de resultar na falta de um atendimento de qualidade ao usuário.
Nesse aspecto, já teriam sido realizadas diversas vistorias pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren) comprovando essa falta de pessoal, que inclusive geraram notificações do conselho à direção da fundação.
Representantes de cinco unidades são esperados
A Comissão de Direitos Humanos já realizou diversas atividades em torno do mesmo tema. O mais recente foi audiência pública no último dia 3 de agosto, realizada no Centro de Memória Luiz Veganim, na Região de Citrolândia, em Betim (RMBH).
Segundo informações da assessoria de Cristiano Silveira, agora são esperados na reunião mais de 200 pessoas representando unidades da Fhemig situadas em Betim, Ubá (Mata), Três Corações (Sul), Bambuí (Centro-Oeste) e Juiz de Fora (Mata).
Foram convidados para a audiência representantes da direção da Secretaria de Estado da Saúde, da Fhemig, do Ministério Público e da Defensoria Pública, além de representantes sindicais dos servidores da fundação hospitalar.
Também integram a lista de convidadores servidores da ativa e aposentados da Fhemig, alguns deles também ativistas dos direitos humanos, e representantes de entidades e movimentos como o “Somos Todos Colônia” e Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas Pela Hanseníase (Morhan).
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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