Política
Extensão de prazo para uso de saldos remanescentes da saúde pode ir ao 2º turno em Plenário

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) apresentou, nesta segunda-feira (18/12/23), novo texto para o Projeto de Lei Complementar (PLC) 34/23, em substituição ao aprovado com alterações pelo Plenário em 1º turno (vencido). O substitutivo, apresentado pelo presidente da comissão e relator da matéria, deputado Zé Guilherme (PP), incorpora teor de emenda apresentada durante discussão em 2º turno, além das alterações aprovadas no texto anterior.
De autoria do deputado Carlos Henrique (Republicanos), a proposição visa estender para o fim de 2024 o prazo para que os municípios possam transpor ou transferir os saldos constantes de seus fundos de saúde provenientes de repasses da Secretaria de Estado de Saúde (SES), bem como os saldos financeiros remanescentes de exercícios anteriores resultantes de parcerias e convênios firmados com o Estado.
A emenda, proposta pelo deputado Lucas Lasmar (Rede), pretendia ampliar o benefício, de modo a autorizar hospitais filantrópicos, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), asilos e consórcios públicos a utilizar saldos remanescentes, resultantes de parcerias e convênios firmados com a SES. No novo texto, o relator sintetizou a autorização de prorrogação, também, às entidades prestadoras de serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Para assegurar a extensão do prazo, o projeto altera a Lei Complementar 171, de 2023, que prevê que os saldos remanescentes da saúde sejam utilizados até dezembro deste ano. O PLC 34/23 retorna, agora, para avaliação definitiva do Plenário.
Nota Fiscal Mineira tem parecer favorável
Também em 2º turno, a comissão aprovou parecer do deputado Zé Guilherme sobre o PL 2.116/15, do deputado Bosco (Cidadania), que dispõe sobre a Política de Estímulo à Cidadania Fiscal no Estado, a Nota Fiscal Mineira. O relator apresentou o substitutivo nº 1 ao vencido, para correções pontuais no texto anteriormente aprovado. O objetivo da proposição é incentivar os consumidores de mercadorias, bens e serviços de transporte interestadual e intermunicipal a exigir do fornecedor a emissão de notas fiscais.
O projeto prevê que a Nota Fiscal Mineira distribuirá prêmios em dinheiro, por meio de sorteios, a consumidores que se inscreverem na política e para entidades de assistência social sem fins lucrativos situadas no Estado, indicadas pelo consumidor contemplado no sorteio.
O relator destacou os efeitos positivos da utilização de programas de incentivo à emissão de notas fiscais como o proposto, aliada às ações relativas à educação fiscal, para estimular a arrecadação tributária e coibir a sonegação, além do aspecto social, ao se prever a distribuição de prêmios em dinheiro também para entidades de assistência social.
A proposição determina que os detalhes sobre os critérios de segurança e geração dos bilhetes e de sua numeração, a periodicidade e os prazos para processamento e tratamento das notas fiscais para geração dos bilhetes, bem como o prazo de validade dos mesmos para participação nos sorteios ainda serão definidos em regulamento posterior.
A proposição proíbe que os prêmios em dinheiro sejam distribuídos a membros do governo, titulares e seus respectivos adjuntos dos órgãos autônomos do Poder Executivo; presidentes, diretores-presidentes e diretores de empresas públicas e sociedades de economia mista do Estado; servidores públicos, prestadores de serviço, contratados, estagiários e bolsistas que integrarem o núcleo de gestão da Nota Fiscal Mineira, entre outros servidores públicos.
O PL 2.116/15 está pronto para análise do Plenário em 2º turno.
Taxa de segurança e outorga de uso da água
Em 1º turno, tiveram pareceres aprovados os PLs 403/23, do deputado Gustavo Santana (PL), e 754/15, do deputado Antonio Carlos Arantes (PL).
O primeiro, que dispõe sobre a cobrança da Taxa de Segurança Pública em documentos de trânsito, teve parecer aprovado na forma do substitutivo nº 1, apresentado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto estabelece a cobrança de 0,10 Ufemg (atualmente R$ 0,50) por cada acesso ao sistema informatizado da Coordenadoria Estadual de Gestão de Trânsito (CET-MG) com a finalidade de viabilizar alternativas de pagamento de débitos para os serviços de trânsito.
Já para o PL 754/15, o relator apresentou o substitutivo nº 3 ao texto original, que dispõe sobre outorga coletiva do direito de uso de recursos hídricos. Zé Guilherme justifica em seu parecer que incorpora o conteúdo do PL 1.872/23, da deputada Maria Clara Marra (PSDB), e dos deputados Antonio Carlos Arantes e Raul Belém (Cidadania).
Com o novo texto apresentado, o projeto passa a instituir a Política Estadual de Agricultura Irrigada Sustentável de Minas Gerais. O novo texto, com 59 artigos, dispõe sobre princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos da nova política, além de definir o Sistema Estadual de Informações sobre Irrigação
Os dois projetos ficam disponíveis para análise do Plenário em 1º turno.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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