Política
Garantia de direitos humanos ainda é desafio

Liberdade, respeito, igualdade: esses direitos fundamentais, expressos na Declaração Universal de Direitos Humanos há 75 anos, precisam ser defendidos e incorporados às políticas públicas. A opinião é unânime entre os participantes da reunião da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada nesta quinta-feira (17/8/23).
A audiência pública reuniu ex-presidentes da comissão para comemorar o Dia Nacional dos Direitos Humanos, celebrado em 12 de agosto. A comissão foi criada em 1990, para defender direitos e garantias fundamentais, e tem entre suas atribuições atuais a garantia de direitos individuais e coletivos, de etnias e grupos sociais minoritários.
O ex-deputado João Leite, que presidiu a comissão de 1995 a 2000, relembrou casos de grande repercussão que ele acompanhou. Um deles é o do gerente do Banco do Brasil que foi torturado na Delegacia de Furtos e Roubos para confessar participação em um crime que não cometeu: o assalto a uma agência bancária em Betim (Região Metropolitana de Belo Horizonte).
Ele contou que chegou a receber ameaças de morte por sua atuação e defendeu a importância da comissão. “Deixamos um pedaço de nossas vidas aqui. Temos que continuar apoiando todas as instâncias de defesa dos direitos humanos”, afirmou.
Atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), Durval Ângelo presidiu a Comissão de Direitos Humanos por 12 anos e considerou que a luta contra a transfobia, o racismo e a vulgarização da morte permanece atual. “Esta comissão se tornou a comissão da esperança. É aqui que pobres e excluídos têm coragem de exigir seus direitos”, disse.
Em depoimento em vídeo, a 1ª-vice-presidenta da ALMG, deputada Leninha (PT), que esteve à frente da Comissão de Direitos Humanos entre 2019 e 2021, relembrou os principais temas em debate naquele período, como a tragédia de Brumadinho, a defesa dos direitos de povos tradicionais, mulheres, negros e população LGBTQIA+. “É nesta comissão que as pessoas têm voz, vez e esperança”, afirmou.
Comissão é acionada quando políticas públicas falham
O deputado Cristiano Silveira (PT), que solicitou a realização da audiência, presidiu a Comissão de Direitos Humanos entre 2015 e 2019. Ele rememorou que, no começo, não fazia ideia de como os trabalhos da comissão seriam intensos, mas logo se deu conta de que teria de atuar em defesa da dignidade humana.
A atual presidenta da comissão, deputada Andréia de Jesus (PT), concordou que o colegiado é provocado quando as políticas públicas falham. Ela lembrou que a pauta dos direitos humanos inclui questões como acesso a água, moradia e alimentação para todos os segmentos da população, como negros, povos indígenas, mulheres e idosos. Para garantir esses direitos fundamentais, ela lembrou que é preciso assegurar recursos orçamentários para a execução de políticas públicas.
Coube ao ex-deputado Nilmário Miranda, atual chefe da Assessoria Especial de Defesa da Democracia, Memória e Verdade do Ministério dos Direitos Humanos, definir a importância dos direitos humanos. “Respeitar o outro, sobretudo o diferente: este é o desafio maior, em todos os lugares do mundo”, resumiu.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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