Política
Gasmig pretende investir R$ 2,3 bilhões em cinco anos

A Comissão de Minas e Energia recebeu nesta quarta-feira (5723), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o presidente da Companhia de Gás do Estado, a Gasmig, Gilberto Moura Valle Filho. Ele apresentou aos deputados os projetos em curso da empresa e o planejamento para os próximos anos.
Distribuidora exclusiva de gás canalizado em todo o território mineiro, a Gasmig pretende investir no seu programa de expansão R$ 2,3 bilhões até 2027. O maior gargalo é a infraestrutura de transporte de gás em um estado grande como Minas Gerais e não litorâneo – a produção brasileira vem basicamente do oceano.
O suprimento mineiro se dá por dois gasodutos, um que vem da refinaria em Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, e vai até Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e outro que transporta o gás de Paulínia, em São Paulo, até Jacutinga, no Sul de Minas.
Uma vez no Estado, outros gasodutos distribuem o gás natural. Atualmente, a rede tem 1.537 quilômetros e atende 46 municípios, cerca de 5% das 853 cidades mineiras. Apenas em 2012 a companhia passou a atuar na distribuição de gás no mercado urbano.
Centro-Oeste e Vale do Aço
Respondendo a questionamento do deputado Eduardo Azevedo (PSC), o presidente Gilberto Valle informou que, no segundo semestre de 2025, deve estar concluído o projeto Centro-Oeste, um gasoduto ligando Betim a Divinópolis.
Ao custo de R$ 780 milhões, oito municípios serão atendidos. O gasoduto terá 100 quilômetros de extensão no tronco principal e 200 quilômetros em ramais secundários.
A próxima etapa, ainda de acordo com o executivo, será um gasoduto no Sul de Minas, de Extrema até Pouso Alegre, com 120 quilômetros. As duas cidades já são atendidas via “gasoduto virtual”, na verdade o transporte terrestre de gás natural por caminhões para atender clientes específicos.
A meta da Gasmig é atender, até 2026, 100 mil clientes em 7 mesorregiões. Hoje são cinco, uma delas o Vale do Aço, com o gasoduto que leva o gás natural de São Brás do Suaçuí, na Região Central, a Belo Oriente. Em relação ao atendimento da região, o deputado Enes Cândido (PP) cobrou a expansão da rede até o distrito industrial de Governador Valadares, o que possibilitaria a instalação de grandes empresas.
O presidente Gilberto Valle concordou que o município tem um posicionamento estratégico e que, por isso, o desejo da Gasmig é chegar até lá com outro gasoduto, oriundo do Sul da Bahia ou do Norte do Espírito Santo, se conectando ao tronco de Belo Oriente, reforçando a rede de fornecimento de toda a mesorregião.
Fábrica de fertilizantes viabilizaria gasoduto até Uberaba
Outro tema comentado pelos deputados, apresentado à direção da Gasmig pelos deputados Bosco (Cidadania) e Gil Pereira (PSD), é o fornecimento de gás canalizado a Uberaba (Triângulo Mineiro), com a possibilidade de reativação do projeto de uma fábrica de fertilizantes da Petrobras no município, interrompido em 2015.
Gilberto Valle confirmou que a forte demanda da fábrica de amônia seria a âncora para o novo gasoduto, que não foi para frente com a desistência da Petrobras. Segundo o executivo, empreendedores locais estão atuando para criar um centro consumidor de gás na região, de forma a viabilizar esse ramal, mas ainda não chegou à direção da Gasmig nenhuma demanda real.
O deputado Gil Pereira também questionou o presidente da companhia sobre a extração de gás no Norte de Minas, em Buritizeiro. Contudo, a Gasmig não possui autorização para esse tipo de atividade, se concentrando apenas na distribuição do gás natural.
Para além do gás canalizado, a companhia planeja políticas para ampliar o segmento de gás natural veicular (GNV), focando no fornecimento para veículos pesados de transporte de cargas, com corredores de postos na malha rodoviária do Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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