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Panorama da adoção em Minas Gerais é tema de audiência pública

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Celebrado nesta quinta-feira, dia 25 de maio, o Dia Nacional da Adoção foi escolhido pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para debater o panorama atual da adoção de crianças e adolescentes em Minas Gerais. Solicitada pela deputada Ana Paula Siqueira (Rede), a reunião será realizada no Auditório José Alencar da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a partir das 14 horas.

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A deputada Ana Paula Siqueira, coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, observa que esta é uma pauta sensível e que precisa avançar no Estado. Atualmente, 574 crianças e adolescentes estão cadastradas no Sistema Nacional de Adoção (SNA) e prontas para ganharem uma nova família.

“Muitas vezes, contudo, apenas o encontro entre o filho e os futuros pais não é o suficiente para um desfecho feliz. A maior dificuldade, pelo que acompanhamos, não está na incompatibilidade de perfil, como muitas pessoas podem imaginar. O processo é lento, e vêm registrando problemas que precisam avançar”, afirma a parlamentar.

Segundo Ana Paula, a expectativa em relação à audiência é ouvir famílias que não concluíram o processo por razões diversas (como a morosidade), autoridades e advogados que acompanham essa pauta, além, claro, de famílias que se completaram a partir da adoção.

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“Sabemos que ao longo dos anos houve uma mudança de cultura na questão da busca quase que exclusiva por bebês. Hoje a adoção tardia avançou, precisamos, então, discutir sobre onde estão os entraves, para que o processo seja mais ágil e menos desgastante para todos”, pondera Ana Paula Siqueira.

Maioria das crianças abrigadas não está disponível para adoção

A parlamentar destaca que os dados indicam que cerca de 85% das crianças e adolescentes acolhidas em instituições em Minas Gerais não estão disponíveis para adoção por problemas no processo. Ao todo, são 3.643 meninos e meninas nestes abrigos.

A adoção garante ao filho adotivo os mesmos direitos dos filhos biológicos, inclusive de herança. A adoção é irrevogável, ou seja, concedida pela autoridade judicial, não pode ser tornada sem efeito. As Varas da Infância e da Juventude são as responsáveis por intermediar toda e qualquer adoção, pois devem manter um cadastro de pessoas interessadas na filiação adotiva e outro de crianças e adolescentes disponíveis para adoção.

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Estão aptos a adotar, entre outros, homem ou mulher maior de idade, qualquer que seja o estado civil e desde que seja 16 anos mais velho do que o adotado; família estrangeira residente ou domiciliada fora do Brasil; tutor ou curador, desde que encerrada a administração dos bens do pupilo ou curatelado; todas as pessoas que tiverem sua habilitação deferida, e inscritas no Cadastro Nacional de Adoção.

Entre os convidados que já confirmaram presença na reunião desta quinta (25) estão a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Paola Domingues Botelho Reis de Nazareth; e diversos membros do Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte (GAA).

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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