Política
PL que prevê apoio a produtores atingidos por desastres naturais é aprovado

Três projetos de lei (PLs) que buscam beneficiar produtores rurais mineiros receberam aval, de 1º turno, do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na Reunião Extraordinária da manhã desta terça-feira (12/12/23). Dentre eles, o PL 3.456/22, do deputado Thiago Cota (PDT), que objetiva oferecer apoio a produtores atingidos por desastres naturais para minimizar os danos causados.
A proposição foi aprovada conforme novo texto apresentado pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), o substitutivo nº 3. O projeto acrescenta dispositivos às Leis 11.744, de 1995, que cria o Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (Funderur) e 15.660, de 2005, que institui a política estadual de prevenção e combate a desastres decorrentes de chuvas intensas.
O projeto inclui o suporte financeiro pelo fundo ao atendimento e à recuperação econômica de produtores rurais atingidos por desastres hidrológicos ou meteorológicos.
Também acrescenta a possibilidade de avaliação da conveniência de adoção de mecanismos para a redução da carga tributária, com vistas à recuperação da atividade econômica, especialmente de produtores rurais que desenvolvam atividades em áreas atingidas por desastres hidrológicos ou meteorológicos.
Finalmente permite avaliação pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) a oferta de linhas de crédito em condições especiais destinadas a agentes econômicos impactados pelos desastres, prioritariamente produtores rurais que desenvolvam atividades em áreas atingidas pelos fenômenos.
Projeto visa estimular fruticultura de base ecológica
O PL 711/23, de autoria do deputado Leleco Pimentel (PT), foi aprovado conforme o substitutivo n° 2 apresentado pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria. A proposição se destina a alterar a Lei 12.998, de 1998, que cria o Programa Mineiro de Incentivo à Fruticultura para incluir estratégias de estimular as produções de base ecológica.
Entre os objetivos do programa foram acrescentados três comandos:
- Estimular o desenvolvimento da fruticultura de base ecológica como estratégia de diversificação da agrobiodiversidade e da segurança alimentar e nutricional, de incentivo à inclusão produtiva e de promoção de trabalho e renda, favorecendo o desenvolvimento territorial sustentável.
- Promover a conservação e a recomposição dos ecossistemas naturais, por meio de sistemas de produção agrícola baseados em recursos renováveis
- Ampliar e fortalecer a produção, o processamento e o consumo de frutas de base agroecológica e orgânica, com ênfase nos mercados locais e regionais.
Passaporte equestre
Já o PL 1.376/20, do deputado Bruno Engler (PL), foi aprovado da forma como apresentada pelo autor. A proposição institui o Passaporte Equestre, como forma de facilitar o transporte de animais no Estado.
Atualmente é obrigatória a emissão da Guia de Transporte Animal (GTA) o que, segundo o autor, dificulta aos proprietários cumprir as exigências.
O passaporte permite o trânsito livre de equinos, asininos e muares, em todo o Estado, para participação em cavalgadas, desfiles, treinamentos, concursos, provas ou qualquer outra atividade ou evento de natureza cultural, desportiva ou de lazer e, ainda, para o exercício de atividades equestres de turismo, trabalho rural, policiamento ou de auxílio terapêutico.
O documento passaria a equivaler à GTA. Porém, só poderá ser emitido para animais com registros sanitários avalizados por veterinários cadastrados no órgão agropecuário competente. O passaporte será individual, deverá conter todas as informações do animal e seu proprietário e terá validade de um ano.
Votações adiadas
Durante a reunião, três projetos receberam propostas de emendas e, por isso tiveram a votação adiada e retornam às comissões de mérito para nova análise.
À Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável foram reencaminhados o PL 96/19, em 2º turno, da deputada Ana Paula Siqueira (Rede), que expande a área da Estação Ecológica de Fechos, e o PL 387/23, em 1º turno, do deputado João Magalhães (MDB), que altera os limites da Estação Ecológica Estadual de Arêdes, no município de Itabirito (Região Central).
Para a Comissão de Agropecuária e Agroindústria retorna o PL 1.784/23, do governador Romeu Zema, que dispõe sobre as medidas para a prevenção da introdução e controle de doenças aviárias de alta patogenicidade no Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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