Política
PL sobre apoio a cozinhas solidárias passa na Comissão do Trabalho

O Projeto de Lei (PL) 203/23, que originalmente dispõe sobre o programa Cozinha Solidária no Estado, recebeu, nesta quinta-feira (14/12/23), parecer de 1º turno favorável da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
De autoria da deputada Bella Gonçalves (Psol), a matéria teve como relator o presidente da comissão, deputado Betão (PT), que opinou pela sua aprovação na forma de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 2). Agora, o projeto já pode seguir para análise da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), antes de ser apreciado em 1º turno pelo Plenário.
O novo texto faz adaptações à matéria para estabelecer objetivos, princípios e diretrizes para as ações de apoio às cozinhas solidárias no Estado. Estão entre os objetivos:
- Prover e garantir o direito à alimentação, reduzindo a fome, a má nutrição e a insegurança nutricional.
- Garantir o acesso à alimentação com regularidade e qualidade e em quantidade suficiente.
- Fornecer alimentação gratuita, diariamente, prioritariamente à população em situação de vulnerabilidade e risco social, incluindo a população em situação de rua.
- Incentivar práticas alimentares promotoras da saúde e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis.
- Apoiar a agricultura familiar e reduzir a vulnerabilidade social no campo, por meio da aquisição de alimentos para as cozinhas solidárias.
O substitutivo prevê que o Estado poderá incentivar e intermediar a realização de parcerias e intercâmbios das cozinhas solidárias com entidades públicas, organizações da sociedade civil e outras entidades.
Também traz princípios e diretrizes como a promoção de políticas de segurança alimentar e nutricional e de assistência social e a distribuição de renda e justiça social.
O projeto original institui o Programa Cozinha Solidária no Estado para distribuição de alimentos de qualidade preparados para consumo à população em situação de vulnerabilidade e risco social, incluindo a população em situação de rua.
Ele traz dez objetivos e estabelece que, para recebimento de recursos públicos, as Cozinhas Solidárias serão selecionadas por edital público aprovado pelo Conselho de Segurança Alimentar de Minas Gerais (Consea-MG).
Também determina que, para atender à finalidade do programa, o poder público estadual disponibilizará, conforme demanda, estruturas físicas de equipamentos públicos e/ou de equipamentos privados, por meio de locação, parcerias, contratos, convênios ou outros ajustes.
Análise na CCJ
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) emitiu parecer pela legalidade do projeto na forma do substitutivo nº 1, que apresentou.
Esse texto efetuou modificações no original, por entender que ele institui programa e estabelece ações que se inserem no campo de atribuições do Poder Executivo.
O substitutivo nº 1 da CCJ estabeleceu princípios e diretrizes para as ações do Estado voltadas para a distribuição de alimentos à população em situação de vulnerabilidade e risco social.
Já a Comissão do Trabalho concordou com as linhas gerais da argumentação da CCJ. Apesar disso, avaliou que ampliar o escopo da proposição para apoio do Estado a qualquer tipo de ação de distribuição de alimentos à população em situação de vulnerabilidade e risco social acaba por descaracterizar as ações realizadas pelas cozinhas solidárias como experiências locais de abastecimento e oferta de refeições a pessoas em vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional.
Economia do Cuidado
Na reunião, a comissão também emitiu parecer de 1º turno favorável ao PL 715/23, da deputada Lud Falcão (Pode), que institui a Política Estadual de Apoio à Economia do Cuidado em Minas Gerais.
A matéria teve como relator o deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), que opinou pela sua aprovação na forma de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1). Agora, o projeto já pode seguir para análise da Comissão de Desenvolvimento Econômico.
No novo texto, o relator realiza aprimoramentos para ampliar o escopo da política que se pretende criar por considerar que a economia do cuidado abrange não apenas as atividades de cuidado remuneradas, mas também as demais atividades não remuneradas que envolvem o cuidado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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