Política
Plenário mantém veto parcial do governador à política de segurança pública

O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) manteve, nesta quarta-feira (28/2/24), o veto parcial do governador Romeu Zema à Proposição de Lei 25.494, que altera a Política Estadual de Segurança Pública (Veto 5/23). Os deputados votaram a favor da manutenção, apesar do entendimento contrário da comissão especial que analisou o veto e aprovou parecer pela sua rejeição.
A proposição de lei originou-se do Projeto de Lei (PL) 311/23, do deputado Sargento Rodrigues (PL). Ela acrescenta artigos à Lei 21.733, de 2015, a qual estabelece as diretrizes e os objetivos da Política Estadual de Segurança Pública. À exceção de dois itens vetados, a matéria foi sancionada em outubro passado como Lei 24.536, de 2023.
O primeiro veto incidiu sobre dispositivo que previa a garantia da superioridade numérica e estratégica das forças de segurança, respeitada a carga horária semanal de trabalho prevista em lei. O governador defendeu a análise de cada caso concreto e da capacidade de resposta do órgão demandado.
“A superioridade numérica não representa, necessariamente, uma vantagem tática, sendo essencial que se analise a realidade do caso concreto para estabelecer o nível adequado para resolução da demanda vivenciada, objetivando a preservação da ordem pública”, justificou o chefe do Poder Executivo.
No Plenário, Sargento Rodrigues argumentou que o objetivo da proposição é resguardar a integridade física dos policiais e garantir a eficácia das ações estratégicas de combate à criminalidade. Ele citou o caso do sargento Roger Dias, morto em janeiro, com tiros a queima roupa, após abordagem policial. “Se houvesse mais um ou dois policiais, ele não teria morrido”, afirmou o deputado.
Supressão de unidade
O segundo item vetado por Romeu Zema prevê condições para os casos de implantação, alteração ou supressão de unidade que realize a atividade-fim de órgão da segurança pública. Essas condições englobam análise prévia do impacto, participação dos órgãos afetados na discussão e, quando possível, na tomada de decisão, e disponibilização de pessoal, de estrutura física e de recursos materiais e logísticos adequados à unidade a ser instalada.
O governador alegou serem atos privativos do Executivo a implantação, alteração ou supressão de unidades, atos estes baseados em estudos técnicos e estratégicos específicos e adequados à realidade das mudanças necessárias. Para ele, o dispositivo limita a autonomia desses órgãos, inclusive por atribuir poder decisório a unidades que desconhecem os motivos da modificação pretendida.
Deputados querem garantir superioridade de força da PM
Durante a fase de discussão, o deputado Sargento Rodrigues foi à tribuna para defender a derrubada do veto. Ele ressaltou que o sargento Roger Dias foi morto porque a abordagem foi feita sem a devida superioridade de força policial.
A deputada Lohanna (PV) também defendeu a rejeição do veto do governador, argumentando a necessidade de se garantir o efetivo mínimo para as ações de policiamento. “Nós temos policiais; não temos super-homens. Os policiais são trabalhadores e têm que ser tratados dessa forma”, afirmou.
O líder do Governo, deputado João Magalhães (MDB), admitiu que a matéria é importante, mas considerou o trecho vetado pelo governador muito vago e abrangente. Ele assumiu o compromisso de apresentar nova matéria para regulamentar a questão.
Deputado cobra pavimentação de estrada
Já o deputado Ricardo Campos (PT) foi à tribuna para defender a pavimentação da LMG-631, entre São João da Ponte e Capitão Enéas (Norte de Minas). Ele disse que esse trecho, conhecido como “Estrada da Produção”, é muito importante para a região, que aguarda há décadas pela chegada do asfalto.
O parlamentar é autor da proposição que deu origem à Lei 24.503, de 2023, que direciona os recursos da outorga da BR-135 à pavimentação da LMG-631. Segundo ele, os recursos arrecadados com a concessão da rodovia à iniciativa privada giram em torno de R$ 100 milhões por ano. “Não vou parar de cobrar o Governo do Estado enquanto essa obra não sair do papel”, finalizou.
Ainda durante a Reunião Ordinária de Plenário, foi comunicada a desfiliação da deputada Marli Ribeiro do PSC e sua filiação ao PL. Com isso, o PSC deixa de ter representação na ALMG e o PL passa a contar com 11 integrantes.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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