Política
Projeto garante acesso de pessoa com deficiência visual a bibliotecas públicas

Já está pronto para ser votado de forma definitiva (2º turno) pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei (PL) 1.862/15, de autoria do deputado Elismar Prado (Pros), que dispõe sobre o acesso de pessoa com deficiência visual aos livros didáticos nas bibliotecas públicas.
Em reunião na tarde desta terça-feira (23/4/24), o PL 1.862/15 recebeu parecer favorável da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O relator, deputado Grego da Fundação (PMN), vice-presidente do colegiado, opinou pela aprovação da matéria na forma do texto aprovado em 1º turno com alterações (vencido).
O objetivo da proposição é garantir a oferta de livros em braile ou gravados em fita cassete, além da veiculação de exemplares virtuais na internet, acessíveis por meio de programas sintetizados de voz.
Para cumprir esse objetivo, o projeto altera a Lei 13.799, de 2000, para incluir entre os objetivos da política estadual dos direitos da pessoa com deficiência a adoção de mecanismos para garantir atendimento especializado à pessoa com deficiência visual nas bibliotecas municipais.
Em seu parecer, Grego da Fundação lembrou que a dificuldade de acesso à comunicação escrita é uma das mais sérias restrições enfrentadas pelas pessoas com deficiência visual, prejudicando ou mesmo inviabilizando sua formação educacional, cultural e profissional.
O parecer lembra que a medida proposta está em consonância com a Lei Federal 10.098, de 2000, que estabelece critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida mediante a supressão de barreiras nos meios de comunicação, e com a Lei 13.146, de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
Segundo esta última, é garantido à pessoa com deficiência o acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida.
Índice Estadual de Educação Inclusiva também avança
Outras duas proposições também tiveram parecer favorável aprovado pela Comissão da Pessoa com Deficiência na mesma reunião.
Um deles é o PL 3.165/21, do deputado Zé Guilherme (PP), que tramita ainda em 1º turno e institui o Índice Estadual de Educação Inclusiva (IEEI) no sistema estadual de ensino. A matéria ainda será analisada pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia antes de ser votada pelo Plenário.
O parecer explica que o objetivo da proposta é instituir um índice para classificar as escolas quanto ao seu grau de inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência. O projeto estabelece também que o índice seja divulgado nos portais de informação do governo do Estado, de maneira que os pais ou responsáveis tenham acesso a essa informação e possam escolher a escola que melhor atenda às necessidades do seu filho.
O relator da matéria foi o deputado Dr. Maurício (Novo), presidente do colegiado, que opinou favoravelmente à matéria na forma do novo texto (substitutivo nº 1) sugerido anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O objetivo das mudanças foi corrigir dispositivos que detalhavam medidas de caráter administrativo ou que dispunham sobre competências do Poder Executivo.
Em síntese, conforme lembra o parecer, a criação de um índice estadual de educação inclusiva foi substituída por ações voltadas para a qualificação do grau de adaptação das unidades da rede estadual de ensino para atendimento à pessoa com deficiência.
Selo lembra artista mineiro com deficiência
Por fim, também teve parecer favorável aprovado pelo mesmo colegiado o PL 1.038/23, do deputado Professor Cleiton (PV), que cria o Selo Terence Silva Aguiar de Cultura Inclusiva. Em seu parecer, o relator Grego da Fundação referendou a nova versão do texto (substitutivo nº 1) sugerida anteriormente pela CCJ.
O selo proposto pelo projeto seria concedido a entidades dos setores público e privado e do terceiro setor, que promovam e atuem na inclusão da pessoa com deficiência nas artes, cultura, turismo e gastronomia no Estado.
Conforme lembra o parecer, Terence Silva Aguiar foi um artista mineiro com deficiência que se destacou como bailarino e correógrafo. Trabalhou no Crepúsculo Cia de Dança, grupo artístico inclusivo formado em 1996 em Belo Horizonte.
O PL 1.038 seguirá agora para análise das Comissões de Cultura e da Mesa da Assembleia.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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