Política
Projeto prevê sanções pela não divulgação do índice de revisão dos servidores

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (27/2/24), parecer pela legalidade do Projeto de Lei (PL) 1.903/23, que prevê penalidades pelo descumprimento da divulgação do índice de revisão geral anual da remuneração dos servidores do Poder Executivo.
A proposição, de autoria do deputado Sargento Rodrigues (PL), altera a Lei 24.260, de 2022, que também teve origem em projeto do parlamentar e trouxe a obrigação da divulgação pelo governo, na internet e em outros canais de comunicação, até o último dia útil do mês de janeiro de cada ano, do percentual acumulado do índice relativo ao exercício anterior. A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da ALMG também deve receber essa informação, no mesmo período.
No entanto, como justifica o deputado, o Poder Executivo não vem cumprindo essa obrigação, razão pela qual se torna necessário explicitar, na lei em vigor, as responsabilidades correspondentes na esfera administrativa, bem como aquelas relacionadas à possível configuração de crime de responsabilidade e de ato de improbidade administrativa.
Presidente da CCJ e relator do projeto, o deputado Arnaldo Silva (União) não sugeriu modificações no texto original. Ele destaca, em seu parecer, que a proposta é eficaz para garantir a efetivação do princípio da publicidade, além de demonstrar aos servidores públicos e aos contribuintes o impacto financeiro da concessão da recomposição salarial constitucionalmente garantida à categoria.
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Administração Pública, antes de seguir para votação no Plenário, em 1º turno.
Políticas estaduais
Na mesma reunião, a CCJ atestou a juridicidade de dois projetos que instituem políticas estaduais. O PL 1.208/23, do deputado Leleco Pimentel (PT), cria uma política de subsídios para o transporte público de passageiros e a mobilidade urbana e rural.
O objetivo é garantir ao Estado e aos municípios condição legal de fornecimento de recursos para subsidiar o transporte público e a mobilidade urbana, assim como promover o direito de acesso à cidade.
O Estado deverá disponibilizar informações claras e atualizadas acerca dos valores dos subsídios praticados e garantir condições para ampla concorrência entre as empresas beneficiárias.
A política deverá seguir princípios como acessibilidade e segurança no transporte, sustentabilidade ambiental, qualidade das vias, participação popular e integração do serviço entre municípios, com a oferta de bilhete único.
Na sua forma original, o projeto também cria um fundo orçamentário, excluído do novo texto (substitutivo nº 1) sugerido pelo relator, deputado Doutor Jean Freire (PT), por ser uma iniciativa privativa do governador. Tanto a aplicação como a definição das condições para a alocação de recursos em programas administrativos são atribuições típicas do Poder Executivo.
A Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas será a próxima a avaliar o PL 1.208/23.
Insumos para o SUS
Já o PL 3.559/23, do deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), institui a Política Estadual de Fomento ao Produtor Mineiro de Insumos para o Sistema Único de Saúde (ForneceSUS).
São considerados produtores mineiros de insumos para o SUS:
- estabelecimentos tenham sua Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae) em setor industrial que inclua a fabricação de insumos e produtos finais para o ramo hospitalar e farmacêutico (condição dispensada para órgãos e entidades públicas);
- estabelecimentos que realizem habitualmente vendas para o SUS;
- estabelecimentos que tenham sede ou unidade de produção no Estado.
São objetivos da política a assistência à saúde, o fomento às cadeias produtivas do setor e o apoio ao desenvolvimento econômico. Entre os seus instrumentos, estão a concessão de incentivos fiscais e de crédito, por meio de instituições oficiais.
O relator foi o deputado Lucas Lasmar (Rede), que avalizou o projeto original. O PL 3.559/23 segue agora para a Comissão de Saúde.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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