Política
Projeto que cria e extingue cargos na Educação tem aval da Constituição e Justiça

O Projeto de Lei 406/23, de autoria do governador do Estado, cria cargos no chamado Sistema de Ensino da Polícia Militar, mas também mexe nas carreiras dos profissionais de educação básica do Estado. Daí a polêmica que envolveu sua apreciação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
O parecer favorável ao projeto, na forma do substitutivo 1, foi aprovado na manhã desta quarta-feira (29/11/23). O novo texto do relator, deputado Arnaldo Silva (União), incorpora modificações enviadas pelo próprio Executivo, mas não altera o objeto da proposta. As deputas Beatriz Cerqueira (PT) e Lohanna (PV) votaram contra o parecer.
A reunião foi acompanhada por dezenas de servidores da educação e por representantes do Sind-Ute, que se manifestaram contrários à proposta. Eles usaram cartazes acusando o governador de sucateamento da educação básica e questionaram os deputados que aprovaram o parecer.
O deputado Arnaldo Silva, que também preside a CCJ, explicou que a comissão não trata do mérito dos projetos, que apenas avalia a legalidade e juridicidade das propostas.
Arnaldo Silva também afirmou que o PL em questão não extingue cargos diretamente. “O que extingue os cargos é a vacância deles, no futuro”, disse.
Em resumo, o PL 406 cria vagas na estrutura do Estado para possibilitar a instalação de novos Colégios Tiradentes da Polícia Militar (CTPMs) em Minas. Institui novos cargos de Auxiliar Administrativo da Polícia Militar, de Professor de Educação Básica da Polícia Militar, de Especialista em Educação Básica da Polícia Militar e, ainda, de diretor de Escola do Colégio Tiradentes.
Por outro lado, o projeto prevê extinção de cargos de provimento efetivo de Assistente Administrativo da Polícia Militar, de Professor de Educação Básica, de Especialista em Educação Básica, de Auxiliar de Serviços de Educação Básica e também alguns cargos de diretores de escolas.
Deputadas criticam duramente a proposta
Como já havia feito em reunião anteriores, a deputada Beatriz Cerqueira criticou duramente a proposta, dizendo que, ao todo, serão quase sete mil cargos extintos na Educação Básica. Na opinião dela, não houve nenhum diálogo ou mediação das partes envolvidas.
“É um absurdo, mas eu não vou mais tentar impedir que esse projeto seja votado aqui nesta comissão. Acho que temos que votar agora, e cada deputado assuma as consequências de seu voto, de seus atos”, disse a deputada ao declarar o voto contrário.
A deputada Lohanna comparou o PL 406, que só enfraqueceria a educação básica, com a proposta do governador Romeu Zema de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF): “Tudo isso tem a ver com a intenção clara desse governo de desmonte de todo o serviço público“, afirmou a parlamentar.
As duas deputadas afirmaram que não são contra a criação dos colégios Tiradentes, mas que isso poderia ser feito sem ter que extinguir cargos de professores, de diretores e de auxiliares de serviços das demais escolas públicas.
O PL 406/23 agora segue para apreciação da Comissão de Administração Pública, antes de ser discutido e votado em Plenário, em 1º turno.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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