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Reabilitação a mulheres mastectomizadas é tema de projeto que está pronto para votação

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Em reunião realizada nesta quarta-feira (22/11/23), a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou pareceres de 2º turno favoráveis a três projetos de lei (PLs), que agora estão prontos para serem votados pelo Plenário de forma definitiva.

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O PL 2.693/21, de autoria do deputado Charles Santos (Republicanos), originalmente dispõe sobre o direito ao tratamento fisioterapêutico, no Estado, de mulheres mastectomizadas. O parecer da Comissão de Saúde, em 2º turno, recomenda ao Plenário que mantenha o texto aprovado em 1º turno. O relator foi o deputado Doutor Wilson Batista (PSD).

Esse texto acrescenta artigo à Lei 21.963, de 2016, que dispõe sobre a realização obrigatória da cirurgia plástica reconstrutiva de mama pelas unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir explicitamente que os hospitais de alta complexidade em oncologia habilitados pelo SUS realizem o atendimento integral e multiprofissional às mulheres submetidas à mastectomia, com reabilitação.

O PL 2.259/20, de autoria do deputado Carlos Henrique (Republicanos), altera a Lei 22.442, de 2016, que estabelece objetivos e diretrizes para a adoção de medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado.

Da forma como foi aprovado pelo Plenário em 1º turno, o projeto determina que os hospitais e maternidades, públicos e privados, e também as Unidades Básicas de Saúde prestem aos pais, mães ou responsáveis legais informações e treinamento para primeiros socorros em caso de engasgamento, aspiração de corpo estranho, asfixia e prevenção de morte súbita de bebês.

Durante a reunião desta quarta-feira, a Comissão de Saúde recomendou que o Plenário mantenha esse texto na votação definitiva, acrescentando a emenda nº 1, que inclui os Centros Estaduais de Atenção Especializada à lista de estabelecimentos de saúde que devem fornecer estas informações e treinamento. O projeto também foi relatado pelo deputado Doutor Wilson Batista.

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A Comissão de Saúde aprovou ainda parecer favorável ao PL 896/15, de autoria do deputado Gil Pereira (PSD), recomendando que o Plenário mantenha o texto aprovado em 1º turno. O projeto prevê a obrigatoriedade de se estabelecer parâmetros para análise da água potável de mesa e mineral comercializada em vasilhame ou caminhão-pipa, a ser realizada semestralmente por laboratório oficial. O relator foi o deputado Lucas Lasmar (Rede).

O texto aprovado em 1º turno também determina que sejam observadas as normas técnicas relativas aos padrões de rotulagem e boas práticas de industrialização e comercialização. Para isso, acrescenta artigo à Lei 23.536, de 2020, que institui o Selo Fiscal de Controle e Procedência da Água e o Selo Fiscal Eletrônico de Controle e Procedência da Água.

Projetos que não estão prontos para votação definitiva em Plenário

Na mesma reunião, a Comissão de Saúde aprovou ainda pareceres favoráveis a outros quatro projetos que tramitam em 1º turno. São eles:

  • PL 3.583/16, do deputado Léo Portela, que trata da disponibilização de informação sobre medicamentos distribuídos gratuitamente à população pelo SUS. A relatora foi a deputada Lud Falcão (Pode). O parecer recomenda a aprovação na forma de um novo texto, o substitutivo nº 2. Esse texto determina que a lista atualizada de medicamentos distribuídos será divulgada pelo Estado em site ou outro meio eletrônico, e que o estabelecimento que distribua esses medicamentos divulgará, em local visível e de fácil leitura, a informação de que a lista está disponível para consulta no próprio estabelecimento.
  • PL 371/23, do deputado Charles Santos, que originalmente autoriza a contratação, pelo Estado, de psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais para garantir atendimento presencial às vítimas de depressão e tendências suicidas. O relator na Comissão de Saúde, deputado Doutor Wilson Batista, recomendou a aprovação na forma do substitutivo nº 2. Esse texto altera a Lei 24.134, de 2022, que dispõe sobre as ações do Estado na prevenção do suicídio e na promoção da saúde mental. Desta forma, recomenda-se que o atendimento prestado deverá ser integral e multidisciplinar, e não apenas psicoterápico, psicossocial, socioassistencial e de terapia ocupacional.
  • PL 123/23, do deputado Doutor Jean Freire (PT), proíbe a comercialização de produtos de uso odontológico profissional em locais sem a devida autorização de âmbito municipal, estadual ou federal. Também foi relatado pelo deputado Doutor Wilson Batista, que recomendou a aprovação na forma do texto que foi proposto pela Comissão de Constituição e Justiça, o substitutivo nº 1.
  • PL 900/23, do deputado Coronel Sandro (PL), que cria selo para as empresas localizadas no Estado que desenvolvam ações e projetos relacionados ao combate à obesidade e sobrepeso. O relator foi o deputado Lucas Lasmar, que apresentou o substitutivo nº 1. Esse novo texto mantém as propostas originais e amplia o escopo do projeto para incluir o estímulo à alimentação saudável e à prática de atividade física.
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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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