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Recebido projeto que aumenta imposto sobre produtos supérfluos

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O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebeu, nesta terça-feira (29/8/23), mensagem do governador com projeto que amplia em dois pontos percentuais o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos considerados supérfluos, tais como armas, cigarros e bebidas alcoólicas.

Os recursos arrecadados serão destinados ao Fundo de Erradicação da Miséria (FEM), em especial para o pagamento integral do Piso Mineiro da Assistência Social, conforme previsto na proposta.

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O projeto muda o caput do artigo 12-A da Lei 6.763, de 1975, que consolida a legislação tributária no Estado e estabelece a cobrança do adicional na operação interna que tenha como destinatário o consumidor final.

Na mensagem que acompanha a proposição, o governador Romeu Zema explica que essa medida vinha sendo adotada até o ano passado, quando venceu o prazo legal. Assim, segundo ele, torna-se necessária a alteração legislativa para a continuidade da cobrança.

O projeto prevê que a futura lei entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do exercício financeiro subsequente, após decorridos noventa dias da publicação.

Indicações

O Plenário também recebeu indicações do governador para a gestão de 12 instituições públicas, conforme abaixo:

  • Ind. 1/23 – Carlos Alexandre Gonçalves da Silva para diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene).
  • Ind. 2/23 – Maria Amélia Mattos Lins para diretora-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF).
  • Ind. 3/23 – Marcelo da Fonseca para diretor-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam).
  • Ind. 4/23 – Renato Teixeira Brandão para presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam).
  • Ind. 5/23 – Frederico Corrêa Lima de Carvalho para presidente da Fundação Educacional Caio Martins (Fucam).
  • Ind. 6/23 – Helger Marra Lopes para presidente da Fundação João Pinheiro (FJP).
  • Ind. 7/23 – Ronan Edgard dos Santos Moreira para diretor-geral da Loteria do Estado de Minas Gerais (Lemg).
  • Ind. 8/23 – Rodrigo Rodrigues Tavares para diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG).
  • Ind. 9/23 – Felipe José Fonseca Attiê para presidente da Fundação Ezequiel Dias (Funed).
  • Ind. 10/23 – Antônio Carlos de Moraes para diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
  • Ind. 11/23 – Jefferson da Fonseca Coutinho para presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop).
  • Ind. 12/23 – Vicente Tarley Ferreira Alves para presidente da Fundação Helena Antipoff (FHA).
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Críticas ao Executivo mineiro pautam discursos

Críticas à gestão do governador Romeu Zema pautaram discursos feitos da tribuna do Plenário. O deputado Arnaldo Silva (União) listou três episódios que, segundo ele, ilustram o “desprezo” do Executivo mineiro para com o Parlamento.

O primeiro deles é o descumprimento da Lei 21.157, de 2014, que prevê a descentralização de comissão de Detran-MG para facilitar a habilitação de pessoas com deficiência. “A lei tem quase dez anos. Eu já conversei com vários órgãos desde 2021”, apontou o deputado.

O segundo caso diz respeito a demandas para redução de filas em cirurgias eletivas no Triângulo Mineiro. Segundo Arnaldo Silva, a verba viria da União, mas, desde abril, ele aguarda orientações do governo mineiro para o encaminhamento desses recursos.

E o terceiro caso refere-se às obras inacabadas do Hidroex em Frutal (Triângulo). “Os prédios ficam no complexo da Uemg e poderiam ser usados pela universidade. Já procurei o governo, mas não tenho resposta. Precisamos mudar a forma de relacionamento com o Executivo”, afirmou.

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Em aparte, o deputado Noraldino Júnior (PSC) afirmou que o desabafo do colega é o que grande parte dos deputados gostariam de falar. Já Doutor Jean Freire (PT) lembrou que o governo também não cumpriu ordem judicial para criar comissão destinada a discutir o reajuste dos servidores do meio ambiente, que esperam desde 2016.

Maria Clara Marra (PSDB) também usou a tribuna para fazer um relato das discussões travadas no debate público sobre as rodovias, realizado nesta segunda (28). Ela destacou a dificuldade de se transitar pelo Estado e criticou o Executivo pela situação das estradas estaduais.

A deputada fez um apelo ao governador para que “estreite o diálogo com a ponta, com as lideranças e os cidadãos”. Em aparte, Bosco (Cidadania) apoiou a colega e tratou de projeto de sua autoria sobre cessão das faixas de domínio nas rodovias estaduais.

Bolsonaro

Parlamentares também divergiram sobre a concessão de título de cidadão honorário de Minas Gerais ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em evento realizado nesta segunda (28). Cristiano Silveira e Leleco Pimentel, ambos do PT, criticaram o governador pela homenagem e destacaram o momento inoportuno, em função das investigações em curso contra o ex-presidene.

Já os deputados Bruno Engler e Caporezzo, ambos do PL, defenderam a homenagem a Bolsonaro. O deputado Eduardo Azevedo (PSC) criticou a movimentação de grupos de esquerda durante o evento e ainda cobrou da União o repasse em dia do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) às prefeituras.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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