Política
Regime de Recuperação Fiscal pauta nova audiência na ALMG

Debater o Projeto de Lei (PL) 1.202/19, do governador, que autoriza a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), bem como o Plano de Recuperação Fiscal encaminhado pelo Executivo à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), no último dia 31 de maio.
Esse é o objetivo da audiência pública que a Comissão de Administração Pública realiza nesta terça-feira (14/11/23), a partir das 14h30, no Auditório do andar SE da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Foram dois requerimentos que motivaram mais esse debate sobre o RRF. Um deles é de autoria do deputado Sargento Rodrigues (PL) e o outro é assinado também por ele, pelo deputado Professor Cleiton (PV) e pela deputada Beatriz Cerqueira (PT). Segundo eles, o debate levará em conta o disposto nas Leis Complementares 159, de 2017, 178, de 2021, e 189, de 2022, legislações federais que disciplinam o tema.
Esta será a terceira audiência pública sobre esse tema polêmico a ser realizada na ALMG desde que o projeto foi desarquivado, na Reunião Ordinária de Plenário do último dia 11 de outubro. O RRF também dominou as discussões de um ciclo de debates realizado no Parlamento mineiro no último dia 27 do mesmo mês. E a ALMG também foi palco de uma grande manifestação de servidores no último dia 7 de novembro.
A audiência realizada pelas comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), de Constituição e Justiça (CCJ) e de Administração Pública no último dia 24 de outubro contou com a presença dos titulares das secretarias de Estado de Fazenda, Gustavo de Oliveira Barbosa, e de Planejamento e Gestão, Luísa Cardoso Barreto. Ambos foram novamente convidados para a reunião prevista para esta terça (14).
Também foram convidados dezenas de representantes de entidades sindicais, tendo em vista os impactos que a adesão de Minas Gerais ao RRF pode provocar em diversas categorias de servidores públicos do Estado. Entre eles, a possibilidade de congelamento de salários e comprometimento na prestação de serviços públicos, que precisariam se adequar a um teto de gastos. Esta última proposta agora tramita separadamente por meio do Projeto de Lei Complementar (PLC) 38/23.
Aliás, essa foi a conclusão da mais recente audiência pública realizada sobre o assunto, no último dia 7, pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia. Na ocasião, os participantes lembraram ainda que, além de todo esse ônus, o RRF não solucionaria o problema da dívida de Minas Gerais com a União, que vai continuar a crescer ao longo dos anos da vigência do referido regime. Atualmente, ela é estimada em R$ 156 bilhões.
Preocupação similar já foi expressa pelo presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), que afirmou em entrevista à Imprensa que a iniciativa não resolve o problema da dívida de Minas Gerais, por não prever perdão ou desconto, mas é a única opção viável para o momento.
“O plano apenas posterga a dívida. Daqui a nove anos, um novo presidente da Assembleia discutirá com um novo governador do Estado esse mesmo problema ou talvez pior. Os valores que não serão pagos nesses próximos nove anos vão ser jogados para frente, aumentando a dívida de Minas”, sentenciou o presidente da ALMG.
Dessa forma, a saída para a dívida seria mais política do que por meio do RRF, por meio de uma renegociação com o governo federal, conforme apontaram os participantes do ciclo de debates “Endividamento de Minas Gerais”, realizado nos últimos dias 26 e 27 de outubro.
A utilização de ações da Cemig, da Copasa e da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), que poderiam ser federalizadas, também foram apontados no ciclo de debates como alternativas para o abatimento da dívida.
Projeto tramita na mesma comissão
O PL 1.202/19, do Executivo, que autoriza a adesão do Estado ao RRF, tramita atualmente na mesma Comissão de Administração Pública, após receber parecer favorável na CCJ.
Em reunião na última quarta (8) foram distribuídas cópias do parecer do deputado Roberto Andrade para que os demais parlamentares tivessem mais tempo de analisar a matéria. Uma reunião com o objetivo de discutir e votar o parecer nesta comissão acontece nesta segunda (13).
No seu parecer, Roberto Andrade seguiu o entendimento anterior, da CCJ, que sugeriu aperfeiçoamentos em um novo texto, o substitutivo nº 4. Outros três substitutivos foram enviados pelo próprio governador para atualizar a proposição em virtude de mudanças na legislação relacionada ao RRF.
De acordo com a proposta, o RRF terá vigência de nove anos, período durante o qual o governo terá que implementar uma série de medidas para alcançar o equilíbrio fiscal e financeiro.
Essas medidas estão detalhadas, com os impactos esperados e prazos para sua adoção, no Plano de Recuperação Fiscal, que precisa ser aprovado e homologado pelo governo federal para que o RRF entre em vigor.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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