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Revisão salarial dos servidores do Executivo já pode ir a Plenário

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O Projeto de Lei (PL) 2.309/24, do governador Romeu Zema, que traz a revisão geral dos vencimentos dos servidores do Poder Executivo, recebeu o aval, em 1° turno, da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A aprovação do parecer do relator, deputado Zé Guilherme (PP), que também preside a comissão, aconteceu em reunião na tarde desta quinta-feira (23/5/24). A votação do relatório da comissão é o último passo antes de a proposição seguir para votação de 1º turno no Plenário, o que pode ocorrer já na próxima semana.

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Em reunião da mesma comissão, na véspera, a votação do parecer foi adiada após pedido de vista do deputado Sargento Rodrigues (PL), que defende um índice maior do que o percentual de 3,62% de recomposição do subsídio e do vencimento básico dos servidores civis e militares, retroativo a 1º de janeiro deste ano, proposto pelo Poder Executivo.

Pelo projeto, ele é estendido aos inativos e aos pensionistas com direito à paridade, aos detentores de função pública e aos convocados para a função de magistério. A revisão também abrange os contratos temporários vigentes, cargos de provimento em comissão, funções gratificadas e gratificações de função.

O parecer de Zé Guilherme foi pela aprovação da matéria na forma original com o acréscimo da emenda nº 1, que corrige erro na redação do artigo 6º da proposição, o qual trata do vencimento das carreiras do Grupo de Atividades de Educação Básica.

Dessa forma, ele prevê que tal vencimento será reajustado, por lei específica, na mesma periodicidade e no mesmo percentual das atualizações do piso salarial profissional nacional dos profissionais do magistério público da educação básica, de que trata a Lei Federal 11.738, de 2008.

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Durante a reunião, o relator opinou pela rejeição de nove das 11 propostas de emendas apresentadas na FFO. Uma delas foi retirada pelo autor e a proposta de emenda nº 11, apresentada já na reunião, foi aprovada justamente na forma da emenda nº 1, após parecer favorável do relator.

Parecer detalha impacto financeiro da proposta

Segundo justificativa do governador, o percentual de revisão foi definido após cálculos de impacto e avaliação de disponibilidade financeira e orçamentária, que demonstraram a viabilidade da recomposição de 3,62%, de forma equânime e linear. O valor é equivalente ao reajuste do piso salarial nacional do magistério.

Em seu parecer, Zé Guilherme detalha que o impacto financeiro do projeto será de aproximadamente R$ 1,7 bilhão em 2024 e de R$ 2 bilhões em 2025 e 2026. O documento ressalta que a proposição estabelece índice de revisão geral inferior às perdas inflacionárias do ano anterior.

O parecer lembra que, segundo justificativa contida na proposta, o índice é amparado pelo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a situação financeira dos Estados. Também reforça que a Lei Complementar Federal 159, de 2017, ressalva a revisão geral anual das vedações impostas pelo Regime de Recuperação Fiscal.

O índice de revisão dos vencimentos proposto pelo governador foi bastante criticado na reunião pela deputada Beatriz Cerqueira (PT) e pelos deputados Ulysses Gomes (PT) e Sargento Rodrigues (PL).

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Sargento Rodrigues destacou que, em proposta de emenda de sua autoria, sugeriu a elevação do percentual para cobrir acordo celebrado pelos servidores das forças de segurança com o Executivo, ainda em 2020, e não cumprido pelo governador Romeu Zema. “O governador deu um calote nos servidores da segurança pública”, afirmou o deputado.

“Zema não quer repor sequer a inflação do seu governo”, emendou Beatriz Cerqueira. Ela cobrou a mobilização permanente dos servidores ao longo dos próximos dias, para tentar elevar o percentual de revisão.

“O governador tenta vender o discurso que a oposição está travando o projeto, mas nós queremos um reajuste justo”, completou Ulysses Gomes. Ele lembrou que os índices de recomposição corretos nas diversas categorias do funcionalismo deveriam ser de 72% na educação, 40% na saúde, 41% na segurança pública e 89% no meio ambiente.

Como contraponto, o líder do Governo da ALMG, deputado João Magalhães (MDB), que também é membro efetivo da FFO, lembrou as dificuldades financeiras do Estado em função do alto endividamento.

João Magalhães destacou ainda o governador foi obrigado a recuar no acordo celebrado com os servidores da segurança pública após aprovação pelo Congresso da Lei Complementar Federal 173, de 2020, que criou um plano de socorro financeiro aos estados em função da pandemia, mas, como contrapartida, também vetou expressamente, na época, a revisão dos vencimentos dos servidores.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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