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Secretaria se compromete a manter escola aberta em Oliveira

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O Governo do Estado se comprometeu, por meio de representantes da Secretaria de Estado da Educação (SEE-MG), a não fechar a Escola Estadual Mário Campos e Silva, em Oliveira (Centro-Oeste de Minas). O posicionamento foi feito durante audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na manhã desta sexta-feira (25/8/23).

Para que a escola não feche, duas condições precisam ser atingidas: a mudança da posse do prédio da escola, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) para a SEE-MG, para que a reforma do mesmo seja possível; e a construção de uma escola modular, pelo Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER) ou pela Prefeitura de Oliveira, para realocar os alunos durante as reformas do prédio da escola.

“Eu peço o apoio da prefeitura para a construção das salas modulares. Ainda não sabemos como faremos isso acontecer, mas chegamos a um consenso de que não existe a possibilidade da escola fechar”, afirmou o assessor de Relações Institucionais da SEE, Fernando Antônio França Sette Pinheiro Júnior.

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A Escola Estadual Mário Campos e Silva possui 700 alunos, sendo 26 turmas do sexto ao nono ano e também de Educação para Jovens e Adultos (EJA). Dos 90 funcionários, mais de 70 são professores. Cerca de 1/4 da população do município é atendida pela instituição, que abrange 12 bairros de Oliveira. O prédio é de 1928, tendo sido transformado em escola em 1957.

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Autor do requerimento para a realização da reunião, o deputado Lucas Lasmar (Rede) está em negociação com a SEE para alcançar as duas condições. O parlamentar protocolou projeto de lei para que a mudança de posse do imóvel, onde funcionou um hospital psiquiátrico, seja feita. Já a construção da escola modular ainda estaria em tratativas, tendo em vista que não se saberia o ente do Executivo a ficar responsável pela construção.

O subsecretário de Articulação Educacional da SEE-MG, Gustavo Lopes Pedroso, frisou que, pelo fato do prédio ser antigo e tombado pelo patrimônio histórico, demanda uma manutenção específica.

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O diretor de Proteção e Defesa Civil de Oliveira, Breno Motteran, afirmou que, após vistoria no prédio, foram constatadas avarias pontuais, devido à idade do imóvel, mas não há risco iminente de queda e a estrutura não tem risco de colapsar.

Oliveirenses pedem que escola permaneça aberta

Representantes da cidade presentes à reunião foram unânimes em defender que a escola continue funcionando e passe por reformas, tendo em vista que a última reforma feita no prédio centenário foi em 2004.

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A prefeita de Oliveira, Cristine Lasmar de Moura Resende, se manifestou contrária ao fechamento da instituição e a retirada dela de São Sebastião, bairro onde está hoje.

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Oliveira, Ederson de Souza da Silveira, destacou que a região é uma das mais populosas da cidade e que o Governo do Estado não conhece a realidade da cidade nem a tradição da escola para ter proposto o seu fechamento.

Secretária de Educação de Oliveira e presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Minas Gerais, Andrea Pereira da Silva parabenizou os professores e a comunidade escolar pela mobilização em prol da instituição.

A diretora da subsede do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sindute) de Divinópolis, Marilda de Abreu Araújo, pediu sensibilidade do governo estadual e que seja encontrado um prédio em Oliveira para que a instituição funcione enquanto as reformas ocorrerem.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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