Política
Taxação de produtos supérfluos volta à Comissão de Fiscalização

O Projeto de Lei (PL) 1.295/23, do governador, que eleva de 25% para 27% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos considerados supérfluos, teve a discussão encerrada no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na Reunião Ordinária da tarde desta quarta-feira (20/9/23).
Ele recebeu 14 emendas e 39 substitutivos e foi encaminhado de volta à Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO).
Em entrevista a jornalistas, o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB) afirmou que a proposta deverá ser votada pelo Plenário na próxima semana. Para vigorar a partir de janeiro de 2024, a norma tem que ser sancionada até setembro.
Nesta quinta-feira (21), às 10 horas, a FFO tem reunião agendada para analisar as propostas de modificação recebidas em Plenário. E, antes, às 9 horas, audiência pública da Comissão de Assuntos Municipais debate os impactos do projeto na economia e no desenvolvimento urbano dos municípios mineiros.
Em geral, os substitutivos (novos textos) e emendas (modificações) apresentados em Plenário estipulam uma vigência para a cobrança majorada do imposto, uma vez que a proposta do governador torna a cobrança permanente. Eles também reduzem o percentual de majoração de alíquota e incluem ou retiram produtos da lista de supérfluos.
São retirados da lista, por exemplo, ração para PET, celulares, bebidas artesanais, vinhos e cerveja sem álcool, refrigerantes, cosméticos e câmeras fotográficas. Por outro lado, são incluídos jet-ski, veículos e outras máquinas de mineração, jatinhos, helicópteros e veículos de luxo e também a revenda de veículos de locação.
Também está proposta em emenda a prestação de contas semestral dos valores arrecadados pelo governo e do uso recursos. O projeto destina a arrecadação dos supérfluos ao Fundo de Erradicação da Miséria (FEM). Durante as discussões em Plenário, deputados se manifestaram contrários à proposta e citaram desvio de recursos do FEM.
Na fase de oradores, a deputada Lud Falcão (Pode) repudiou a inclusão das rações para PET na lista de produtos supérfluos que podem ter taxação extra de ICMS.
Educação, privatização e SUS são temas de pronunciamentos
Temas diversos que podem trazer impacto para a vida dos mineiros também foram tratados pelos parlamentares na tribuna do Plenário.
Na educação, por exemplo, a deputada Beatriz Cerqueira (PT) trouxe a denúncia de que o Plano de Atendimento do governo para 2024, criado por resolução, vai provocar o fechamento de 855 escolas estaduais de ensino fundamental, a redução de 89 mil matrículas e a demissão de 137 mil servidores.
O tema foi discutido, nesta quarta (20), pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia e, de acordo com Beatriz Cerqueira, será levado ao Ministério Público, à Defensoria Pública e à Advocacia-Geral do Estado. “Alguém tem que defender o interesse das crianças e adolescentes”, afirmou.
O deputado Elismar Prado (Pros) anunciou que a Santa Casa de BH retomará, em breve, o tratamento do retinoblastoma, ou câncer de retina. Segundo ele, a medida será possível graças a emendas parlamentares dele e do deputado federal Weliton Prado (Solidariedade/MG). A Santa Casa é a única no Estado a oferecer o tratamento.
Ao tratar da agenda da Comissão Extraordinária de Prevenção e Enfrentamento ao Câncer, o parlamentar também cobrou do Executivo mineiro a implementação, em Minas, de lei federal que trata da Política Nacional de Oncologia Pediátrica. Segundo ele, apenas 30% das crianças e jovens no País tem acesso a tratamento especializado do câncer.
Já o deputado Leleco Pimentel (PT) retomou tema da privatização da Copasa e da Cemig, tratado em audiência pública nesta semana, e criticou o governador por tentar retirar a necessidade da consulta popular e reduzir o quórum para aprovação da matéria na ALMG. Ele ainda rechaçou o argumento da melhora na prestação de serviços, usado pelo Executivo.
Dia da Pessoa com Deficiência
O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado nesta quinta (21), foi saudado pelo deputado Cristiano Silveira (PT). Ele comemorou a aprovação, pelo Plenário, de projeto que trata da validade de laudo e perícia que atestam o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e citou outras propostas em tramitação e temas que serão discutidos, como a situação das pessoas surdas.
Já os 33 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) foram citados pelo deputado Doutor Jean Freire (PT). Ele citou a “ousadia” de se fazer um plano de qualidade para todos, previsto na Constituição Federal de 1988 e implantado dois anos depois. Ele salientou que o SUS vai além das consultas e medicamentos. Está na prevenção, nas vacinas, nos transplantes.
Comunicações
Também na reunião, foi lido comunicado do deputado Gustavo Santana (PL), líder do Bloco Avança Minas, informando a cessão de uma vaga de membro efetivo na Comissão de Esporte para o Bloco Minas em Frente.
E ainda comunicados do deputado Cássio Soares (PSD), líder do Bloco Minas em Frente, indicando o deputado João Júnior (PMN) como membro efetivo da Comissão de Esporte, na vaga cedida pelo Bloco Avança Minas; e como membro suplente da deputada Nayara Rocha (PP) na Comissão de Administração Pública.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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