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Transferência de imóveis da Jucemg avança na Assembleia Legislativa

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O Projeto de Lei (PL) 876/23, que autoriza a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) a alienar cinco imóveis, recebeu parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quinta-feira (29/6/23).

A matéria, de autoria do governador Romeu Zema, teve como relator o presidente da comissão, deputado Arnaldo Silva (União). Em reunião anterior, o deputado Lucas Lasmar (Rede) pediu para analisar o parecer antes de ele ser apreciado, o que foi concedido (vista).

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O deputado Arnaldo Silva opinou pela constitucionalidade do projeto a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo n° 1). Segundo o parecer, as mudanças têm o propósito de corrigir equívocos relativos a determinados institutos de direito societário e adequar a redação do projeto à técnica legislativa, sem fazer grandes mudanças de conteúdo.

Agora o projeto segue para análise da Comissão de Administração Pública em 1º turno.

De acordo com o projeto original, os imóveis em questão são:

  • prédio situado na Rua São Paulo, 180 a 186, e seu terreno, com a área de 237,50m², em Varginha (Sul de Minas), matriculado sob o nº 4.665, Livro n.º 2 – RG, do Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Varginha;
  • imóvel situado na Vila Operária, à Travessa Joviano Rodrigues, 47, em Uberlândia (Triângulo mineiro), matriculado sob o nº 10.211, Livro 2 – RG, Ficha 01, do Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Uberlândia;
  • loja comercial de nº 713, situada no Edifício Sagitarius, em Juiz de Fora (Zona da Mata), matriculada sob o nº 10.427, fls. 227, Livro n.º 2 – AJ – RG, do Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Juiz de Fora;
  • casa residencial, com frente para a Rua Barão do Rio Branco, nº 471, em Governador Valadares (Vale do Rio Doce), e o respectivo terreno, matriculada sob o nº 14785, Livro nº 2 – RG, Ficha 01, do Cartório do 2º Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Governador Valadares;
  • terreno, sem benfeitorias, situado no loteamento denominado Vila Olímpica, na Avenida Maria Carmelita Castro Cunha, esquina com a Rua das Magnólias, em Uberaba (Triângulo mineiro), matriculado sob o n.º 16.628, Livro 2 – RG, Ficha 001, do Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Uberaba.
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Fins institucionais

Ainda de acordo com a matéria original, os recursos provenientes da alienação dos imóveis serão destinados ao atendimento dos fins institucionais da Jucemg e poderão, conforme interesse da instituição, ter finalidades diversas.

Também prevê que fica assegurado à Jucemg o direito de recompra dos imóveis em operação financeira que os envolva, que a alienação será precedida de avaliação e licitação na modalidade concorrência e que os imóveis serão objeto de avaliação quando da sua alienação.

Uma das alterações promovidas pelo novo texto apresentado pelo relator diz respeito à alienação dos imóveis ser precedida de avaliação e licitação na modalidade leilão e não concorrência, como prevê o original.

Durante a discussão da matéria foram apresentadas propostas de emendas dos deputados Alencar da Silveira Jr. (PDT), Lucas Lasmar (Rede) e Sargento Rodrigues (PL). As três foram rejeitadas pelo relator e também pela maior parte dos deputados da CCJ.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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