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Represa Várzea das Flores será interditada no Carnaval 

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Copasa / Divulgação

A Copasa, em parceria com as prefeituras, Guarda Civil, Defesa Civil e órgãos fiscalizadores de Betim e Contagem, Ministério Público, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia de Meio Ambiente, Instituto Estadual de Florestas (IEF) do Estado de Minas Gerais e Marinha do Brasil, decidiram pela interdição da orla da represa Várzea das Flores durante o Carnaval, que neste ano de 2023 ocorrerá entre os dias 18 e 21/2/2023.

A medida, que ocorre desde 2015, atende recomendação emitida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a pedido da Copasa, de proibição da prática de esportes náuticos e a realização de eventos festivos na orla da represa, com o objetivo de preservar a lagoa e evitar danos ambientais que possam prejudicar o abastecimento público da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para isso, durante os dias de carnaval todos os acessos à represa serão fechados e fiscalizados/patrulhados.

A represa Várzea das Flores, situada entre os municípios de Betim e Contagem, é um dos cinco mananciais que compõe o sistema integrado de abastecimento metropolitano.

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Com uma extensão de 550 hectares e uma produção diária de 1,4 mil litros de água por segundo, a represa é responsável pelo fornecimento de água que abastece parte das cidades de Belo Horizonte, Betim, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Lagoa Santa, Matozinhos, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, São José da Lapa e Vespasiano.

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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