Brasil e Mundo
STF envia quatro processos contra Bolsonaro para a 1ª instância


A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Carmen Lúcia determinou, nesta sexta-feira (10), o envio de quatro pedidos de processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Justiça Federal do Distrito Federal. Essa é primeira leva de processos contra Bolsonaro que descem para a primeira instância.
Os processos se referem aos ataques do ex-presidente contra ministros da Suprema Corte. Os inquéritos foram abertos após pedidos de parlamentares e entidades com base nas declarações de Bolsonaro nas comemorações de 7 de setembro de 2021.
Na época, Jair Bolsonaro disse que não respeitaria mais decisões do ministro Alexandre de Moraes e atacou o trabalho feito por ministros do STF. Para entidades, as falas caracterizam ações golpistas por parte do ex-presidente.
Em seu despacho, Carmen Lúcia ressaltou que Bolsonaro não foi reeleito e não ocupa cargos públicos que deem direito ao foro privilegiado.
“A expiração do mandato no cargo de Presidente da República e a não ocupação de outro cargo público pelo requerido, que pudesse atrair a competência deste Supremo Tribunal Federal, faz cessar a competência penal originária desta Casa para o processamento deste e de qualquer feito relativo a eventuais práticas criminosas a ele imputadas e cometidas no exercício do cargo e em razão dele desde 1º.1.2023”, disse a ministra.
“Consolidado é, pois, o entendimento deste Supremo Tribunal de ser inaceitável em qualquer situação, à luz da Constituição da República, a incidência da regra de foro especial por prerrogativa da função para quem já não seja titular da função pública que o determinava”, completou.
A ministra é responsável pela investigação de um escândalo de corrupção envolvendo Bolsonaro e ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Segundo as investigações, Ribeiro recebia pastores a mando do ex-presidente para pagamento de propinas.
A Justiça Federal do DF pretende pedir para que o processo desça para a primeira instância. Carmen Lúcia ainda não se pronunciou sobre a possibilidade, mas a tendência é que a investigação continue na alçada do STF.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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