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PCMG prende suspeito de explorar sexualmente funcionárias

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Divulgação/PCMG

Em Campina Verde, Triângulo Mineiro, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na tarde dessa segunda-feira (13/2), cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem, de 73 anos, investigado por crimes sexuais cometidos contra sete funcionárias do supermercado do qual é proprietário.

As investigações, conduzidas pela Delegacia em Campina Verde, iniciaram em dezembro do último ano, após denúncia de uma vítima menor de idade. O inquérito policial foi instaurado e apurado que o suspeito assediava as colaboradoras a fim de manter relações sexuais com elas sob ameaça de demissão.

Os levantamentos indicam, ainda, que o investigado induzia à prostituição funcionárias menores de 18 anos de idade, oferecendo-lhes dinheiro para manter relação sexual com elas. Também houve relatos de comportamentos, por parte do empresário, com conotação sexual, como a forma de tocar as mulheres que ali estavam trabalhando.

Por fim, um dos episódios revelados à polícia por uma das vítimas é de que, além de assediar e praticar importunação sexual, o suspeito teria tentado estuprar uma das funcionárias, agarrando-a e ordenando que ela tirasse a roupa. Ele só não conseguiu cometer o abuso porque a vítima fugiu.

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Diante das apurações, a PCMG representou pela prisão do investigado, sendo o mandado expedido após parecer favorável do Ministério Público e decretação do Poder Judiciário. Durante o cumprimento da medida, o celular do suspeito foi apreendido.

Até o momento, foram identificadas cinco vítimas, mas, conforme informações repassadas à equipe policial, as práticas abusivas já ocorriam há anos. As investigações prosseguem para a identificação de outras mulheres que eventualmente também tenham sido exploradas sexualmente pelo empresário. Denúncias podem ser feitas diretamente na Delegacia de Polícia – Rua Dezoito, 633, Centro.

O homem foi encaminhado ao sistema prisional e se encontra à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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