Polícia

Muriaé: operação policial termina com duas prisões por homicídio

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou nessa quarta-feira (7/7) a operação Veredicto, em Muriaé, na Zona da Mata. Dois suspeitos, de 19 e 20 anos, foram presos.

A ação desencadeada pela 3ª Delegacia Regional em Muriaé, unidade que integra o 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, teve o objetivo de cumprir cinco mandados de prisões e cinco mandados de busca e apreensão, relacionados com a investigação que apura o homicídio de um jovem de 19 anos. O corpo da vítima foi encontrado em 11 de maio, com mão e pés amarrados e com lesão de arma de fogo no tórax, em uma represa no distrito de Itamuri.

De acordo com as apurações, em 7 de maio, a vítima teria sido atraída pelos suspeitos por meio da namorada até a cidade de Miradouro, onde foi colocada em um veículo. As investigações demonstraram que o rapaz teria permanecido com o bando por cerca de 48 horas, até ser morto e seu corpo, jogado na represa. O carro utilizado para o transporte da vítima foi identificado e apreendido pela PCMG, sendo encontrado, por meio de perícia, indícios de que havia sido lavado e resquícios de sangue.

Leia Também:  PCMG prende suspeito por tentativa de feminicídio e homicídio tentado

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Glaydson Ferreira, a motivação do crime seria uma dívida de mil reais da vítima com um traficante do município de Miradouro. Três investigados estão foragidos.

O nome da operação faz alusão ao modo pelo qual o crime foi praticado, característico do conhecido “Tribunal do Crime” em que a vítima foi subjugada antes de sua morte, e além do disparo sofrido teve pés e mãos amarradas e jogado nas águas da represa do Glória, ou seja, a organização criminosa “decretou seu veredicto” com sua pena de morte.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  PCMG prende em Ipatinga barbeiro suspeito de homicídio em São Paulo

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA