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PCMG prende suspeitos de envolvimento em duplo homicídio na RMBH

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (4/7), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu quatro mandados de busca e quatro de prisão temporária contra suspeitos de envolvimento no homicídio de duas mulheres, ambas de 32 anos, e no sequestro de uma menina, filha de uma delas, de 8. Os crimes foram cometidos em Sabará e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), nos dias 22 e 23 de junho, respectivamente.

Durante a operação Quaerere, equipes da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS) e da Delegacia Especializada de Homicídios em Sabará cumpriram as buscas, simultaneamente, em Ribeirão das Neves e Belo Horizonte, nos bairros São Gabriel e Alto dos Pinheiros. Foram recolhidos vários celulares, notebooks e diversos aparelhos eletrônicos com suspeita de terem sido utilizados no dia dos fatos.

O delegado Carlos Eduardo Vieira Nunes, responsável pela investigação do duplo homicídio, explica que entre os presos está a proprietária do veículo que teria sido utilizado no crime. A investigada seria amiga de uma das vítimas. “Além da mulher, prendemos também o irmão dela e um terceiro indivíduo que teria, de alguma forma, participado dos eventos criminosos”, esclarece.

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O quarto suspeito, que teria envolvimento direto nos homicídios e tentado escapar da operação policial, foi monitorado pela PCMG e preso em Timóteo, no Vale do Rio Doce.

Já a titular da DAS, delegada Fabíola Oliveira, adianta que neste momento não é possível descartar nenhuma hipótese quanto ao desaparecimento da menor. “Vamos analisar as informações que foram colhidas nesta terça-feira para que possamos descartar ou não a participação dos suspeitos presos hoje no sequestro da criança. A Polícia Civil não interrompeu as buscas um dia sequer”, destaca.

Relembre o caso

A primeira morte foi registrada na data de 22 de junho, no bairro Nações Unidas, em Sabará, local em que a perícia oficial realizou os primeiros levantamentos e a coleta de vestígios que subsidiam a investigação.

Já na madrugada de 23 de junho, um veículo prata foi encontrado abandonado na rodovia BR-040, no bairro Morada Nova, em Contagem. Ao ser vistoriado pelos policiais militares, foi localizado o corpo da segunda vítima.

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A Polícia Civil empenha todos os esforços no trabalho investigativo, com a realização de oitivas e levantamentos que possam contribuir na elucidação dos crimes.

Quaerere

A operação Quaerere, que do latim significa “busca”, está em sua primeira fase. Os presos e os materiais apreendidos foram encaminhados para o Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp) para a finalização dos trabalhos de polícia judiciária.

As investigações prosseguem para total esclarecimento dos fatos e localização da criança sequestrada.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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